JF anula registro de marcas que imitavam biscoito OREO

De acordo com decisão, semelhança entre as marcas impossibilita a coexistência harmônica entre elas. Devendo prevalecer a marca OREO, registrada primeiro no país.

 

O juiz Federal Eduardo Brandão de Brito Fernandes, da 25ª vara do RJ, declarou a nulidade do registro das marcas “ALVES NÉRO” e “ALVES NÉRO CHOCOLATE” pela semelhança com a marca OREO.

O registro foi contestado pela Kraft Foods, fabricante da OREO, porque a empresa brasileira fabricou biscoitos com o mesmo sabor e as vendeu em embalagens muito semelhantes às da OREO.

O registro foi conhecido pelo INPI, o qual alegou que as marcas não se confundem nos aspectos fonético, gráfico e ideológico. A Diretoria de Marcas do Instituto concluiu em seu parecer que a impressão visual das marcas em cotejo é absolutamente diversa, afastando a possibilidade de confusão.

Em sua decisão, o magistrado pontuou ambos os produtos se situam no mesmo segmento mercadológico (comércio de biscoitos recheados) e que são vendidos nos mesmos estabelecimentos comerciais (mercearias e supermercados), situando-se lado a lado nas prateleiras, “podendo induzir o consumidor médio a erro, dúvida ou confusão”.


De acordo com o juiz, a colidência entre marcas se afere por suas semelhanças, e não por suas diferenças. No caso concreto, ele entendeu que as semelhanças entre as marcas OREO e NÉRO – tanto no aspecto gráfico de seus elementos nominativos quanto na questão das embalagens -, “têm força suficiente para impossibilitar a coexistência harmônica entre elas, induzindo a erro, dúvida ou confusão o consumidor”.

“A empresa Ré faz uso não só de marca graficamente muito semelhante à OREO, mas também emprega forma que, nitidamente, imita o conjunto de imagens, elementos e principalmente as cores que compõem a embalagem de seu produto.

(…)

Entendo que a marca da empresa Ré constitui reprodução parcial da marca das Autoras, passível de acarretar associação indevida em relação à procedência dos produtos oferecidos pelas empresas litigantes, devendo, ainda, ser ressaltada a nítida semelhança entre a forma de apresentação de suas embalagens.”

O juiz afirmou ainda que a técnica utilizada pela fabricante da marca NÉRO, de utilizar embalagem extremamente semelhante à de outro produto similar, já conhecido, “visa angariar clientela de outrem, à custa do esforço alheio, propiciando na mente do consumidor a confusão no ato de aquisição do produto, bem como lançar sua marca no mesmo mercado relevante sem qualquer investimento inicial em marketing”.

“Sabemos que no setor de mercearias e supermercados o consumidor médio, em geral, não perde muito tempo para realizar suas compras e adquiri, muitas vezes, o produto apenas pelas características (conjunto de imagens e cores) da embalagem.
(…)

Nessa linha de raciocínio, nada impede que o consumidor se engane e compre o biscoito NÉRO pensando tratar-se do OREO, tamanha a semelhança entre as embalagens, somando-se, ainda, o fato de que são as crianças os maiores consumidores de biscoitos, porém com menor discernimento.”

Ainda de acordo com o magistrado, a colidência abrange também a disputa entre as empresas, atuantes no mesmo ramo de negócios. Assim, não há como separar a disputa marcaria, da disputa concorrencial.

“Se atuam no mesmo mercado relevante, é pouco recomendado que utilizem marcas próximas. A ideia de proteção do mercado no direito da concorrência ganha especial atenção para o interesse dos consumidores. Estes podem ser lesados e/ou enganados quanto à origem dos produtos adquiridos.”

Por fim, o juiz concluiu ser inegável que as autoras, por terem registrado primeiramente sua marca “OREO” no Brasil, devem ter seu direito ao uso exclusivo sobre o referido signo protegido, nos termos do art. 129 da LPI. “Afinal, admitir a convivência com a marca “NÉRO”, representaria autêntica pulverização de seu signo, colocando em risco sua relação com os consumidores.”

A causa foi patrocinada pelo escritório Daniel Advogados.

  • Processo: 0802480-60.2011.4.02.5101

Veja a íntegra da decisão.

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  • A propósito, é biscoito ou bolacha?

Em diversas partes do Brasil os biscoitos também são chamadas de bolachas (devido a designação de origem holandesa). Porém, em grande parte do Brasil e em Portugal, os biscoitos têm forma tridimensional, enquanto os de forma plana ou achatada são chamados de bolachas.

Segundo a Anvisa, não há diferença entre biscoito e bolacha. Ambos são produtos derivados da farinha, com a possibilidade de apresentarem coberturas, recheios, formatos e texturas diversas.

Fonte: Migalhas

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Em 17/05/2016, postado em: Geral por

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Oracle cobra US$ 9,3 bilhões do Google por quebra de patente

As duas companhias estão há anos discutindo sobre o uso de partes do Java no sistema operacional Android.

Oracle's Executive Chairman of the Board and Chief Technology Officer Larry Ellison gestures during his keynote address at Oracle OpenWorld in San Francisco, California September 30, 2014. REUTERS/Robert Galbraith

As empresas de tecnologia estão sempre brigando entre si por conta de quebra de patentes; dessa vez a disputa é entre o Google e a Oracle. No dia 9 de maio as empresas irão participar de uma audiência para discutir sobre o Android e a Oracle tentará convencer o júri de que o Google deve pagar uma indenização de US$ 9,3 bilhões.

As duas companhias estão há anos discutindo sobre o uso de partes do Java no sistema operacional Android. A Oracle comprou a Sun Microsystems, criadora da linguagem de programação, em 2009, e afirma que o Google lucra encima de um produto deles, copiando 37 APIs (interfaces de programação de aplicativos) do Java para usar no Android.

Google vai lançar versão em português do Android Auto em abril

A gigante da tecnologia, por sua vez, se defende dizendo que o uso do código é de graça, uma vez que o Java é coberto por uso justo, que permite a cópia limitada, o que significa que ele não deve a Oracle quaisquer danos.

A Oracle pretende revelar informações sobre quanto o Google lucra com o sistema operacional para justificar o pedido de indenização.

Essa não é primeira vez que a empresa de Larry Ellison exige uma fortuna do Google neste caso. Em 2011, um juiz negou o pagamento de uma indenização de US$ 6 bilhões, alegando que o valor era muito alto.

Fonte: http://ipnews.com.br/

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Em 30/03/2016, postado em: Geral por

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Depósitos de patentes ficam estáveis e de marcas crescem até fevereiro

<p style="text-align: justify;">O INPI divulgou o Boletim Mensal de Propriedade Industrial com as estatísticas preliminares dos seus serviços em fevereiro de 2016. Foram depositados 2.372 pedidos de patentes, 11.626 de marcas, 498 de desenhos industriais, 91 de programas de computador e 81 pedidos de averbação de contratos de tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">No acumulado do ano, os pedidos de patente somaram 4.575, número praticamente estável em relação ao período janeiro/fevereiro de 2015, quando foram depositados 4.570 pedidos. No caso de marcas e programas de computador, as solicitações de registros atingiram 22.372 e 206, com crescimento respectivo de 7% e 17% sobre o primeiro bimestre do ano anterior. No entanto, foi registrada retração nos pedidos de desenhos industriais (-13,5%) e de contratos de tecnologia (-39,5%) em comparação aos resultados dos meses de janeiro e fevereiro de 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">A figura abaixo mostra a distribuição dos pedidos de depósitos de residentes por tipo de proteção e natureza jurídica no acumulado do ano.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="" src="http://www.inpi.gov.br/Boletim_Maro_2016_PorTipoDepositante.jpg" width="435" height="513" /></p>
<p style="text-align: justify;">Outras informações, como a distribuição dos depósitos por países e a evolução das principais decisões nos últimos três anos, também estão disponíveis no <a href="http://www.inpi.gov.br/estatisticas/publicacoes-1">Boletim Mensal de PI</a> produzido pela Assessoria de Assuntos Econômicos (AECON) do INPI.</p>
<p style="text-align: justify;"> As estatísticas completas podem ser acessadas em: <a href="http://www.inpi.gov.br/estatisticas">http://www.inpi.gov.br/estatisticas</a>.</p>

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Em 22/03/2016, postado em: Geral por

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Coca e Marvel criam latinhas inspiradas em super-heróis

Parece que a <a href="http://www.exame.com.br/topicos/coca-cola"><strong>Coca-Cola</strong></a> e a <a href="http://www.exame.com.br/topicos/marvel"><strong>Marvel</strong></a> estão preparando uma bela surpresa para os fãs de quadrinhos no tão esperado comercial do Super Bowl.

A competição de futebol americano, que acontece no próximo dia 7, é o programa de maior audiência nos Estados Unidos e, consequentemente, tem os segundos mais valiosos da publicidade.

Para ter uma ideia, no ano passado um anúncio de 30 segundos durante o intervalo da competição chegou a US$ 4.500 milhões.
<div id="anchor_wb145ae00be"></div>
<div id="container_wb145ae00be">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="Super-heróis" src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2016/2/597756/size_810_16_9_herois.jpg" width="567" height="319" /></p>

</div>
Não à toa os comerciais no Super Bowl ganham atenção especial do mercado publicitário e quando falamos de duas marcas tão fortes quanto a Coca e a Marvel, é bom ficar de olho para acompanhar o que vem por aí.

Para dar um preview do que podemos esperar, as empresas enviaram a alguns veículos dos Estados Unidos, como o Adweek e o ComicBook, uma caixa com latas especiais inspiradas seis em super-heróis do filme "Capitão América: Guerra Civil". São eles: Capitão América, Homem de Ferro, Viúva Negra, Hulk, Homem-Formiga e Falcão.

Na caixa recebida pelos jornalistas, juntos às embalagens, havia uma chamada para seguir a Coca Cola nas redes sociais e descobrir os próximos passos dessa parceria.

A provocação dizia: "02.07.16. The Big Game is just the beginning." ("2 de fevereiro de 2016. O grande jogo está apenas começando", em tradução livre do inglês).

Ainda não há detalhes sobre os desdobramentos desse projeto de co-branding e, segundo a recomendação do teaser, quem quiser acompanhar novidades sobre a parceira deve ficar ligado no Twitter da Coca. Se depender da empolgação dos fãs da Marvel, as latinhas vão invadir os supermercados do mundo inteiro em breve.

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Fonte: Revista Exame.

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Em 05/02/2016, postado em: Geral por

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Uso de parte de música como toque de celular deve ter autorização do criador

<article>
<p align="justify"><span><span><span><span style="font-family: Arial;">A utilização de parte de música, ainda que em regra seja lícita, viola o direito do autor se não há prévia autorização. O entendimento foi firmado pela 4ª turma do STJ na tarde desta quinta-feira, 4, em julgado de relatoria do ministro Luis Felipe Salomão.</span></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span>A controvérsia aportou na Corte por conta do uso, pela Brasil Telecom, de uso parcial da música “Punhais de Valentia” como ringtone de celular.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span>O acórdão embargado fixou que a “<em>reprodução parcial e não autorizada de música, na forma de toque de telefone celular, chamados ringtones, de som polifônico e monofônico, implica, por si só, na modificação da obra e ofende o direito a sua integralidade</em>”.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span>O ministro Salomão concluiu que “longe está de implicar violação à lei de direito autoral” a reprodução em parte da obra. Assentou:</span></span></p>

<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span>“<em>A necessidade de exercício de adaptação da obra encontrará nuances bem particulares entre o direito do autor e do adaptador. Caberá ao contratado discriminar todas as possíveis adaptações da obra para se evitar discussões dessa natureza</em>.”</span></span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span>No caso concreto, porém, não houve a autorização do autor para a adaptação da obra, destacou S. Exa.</span></span></p>

<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span>“<em>A utilização de parte de música, ainda que em regra seja lícita, se tornou contrária à lei, com a consequente violação ao direito do autor, pois sua utilização não teve prévia autorização do autor</em>.”</span></span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span>A 4ª turma, em decisão unânime, negou provimento ao recurso da Brasil Telecom, e entendeu por não alterar o valor da condenação fixada em 2º grau por óbice da súmula 7.</span></span></p>

<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Processo relacionado</span></strong>: <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI233576,21048-Uso+de+parte+de+musica+como+toque+de+celular+deve+ter+autorizacao+do" target="_self">REsp 1.358.441</a></span></div></li>
<li>
<div align="justify"></div></li>
</ul>
Fonte: Migalhas

</article>

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Em 05/02/2016, postado em: Geral por

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STJ confirma entendimento que Inpi deve figurar como réu em processo por omissão em registro e anulação de marcas

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) ratificou acórdão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que manteve a condição do Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi) como réu em ação para anulação de registro concedido de forma indevida. O recurso do Inpi foi provido apenas para isentá-lo das custas processuais.

O ministro relator do REsp 1258662, Marco Aurélio Bellizze, afirmou que o instituto tem “posição processual própria e independente da vontade das partes litigantes”. Para o ministro, a inclusão do INPI como réu não é aleatória e se justifica pela situação fática de existir um requerimento administrativo para declarar a nulidade do registro concedido a empresa concorrente.

No caso em questão, além de conceder o registro semelhante à empresa concorrente sob outra categoria, o INPI não declarou a nulidade do registro, fazendo com que a empresa lesada tivesse que entrar com um processo judicial pleiteando a anulação do registro.

No recurso especial, o INPI questionou a inclusão da autarquia no polo passivo da ação. O voto do ministro, acompanhado por unanimidade pelos demais magistrados da Terceira Turma, explica que “a causa de pedir da recorrida não ficou limitada à concessão indevida do registro, mas incluiu o não processamento do procedimento administrativo, situação imputável exclusivamente à autarquia”. Portanto, segundo o entendimento dos ministros, não há como excluir o INPI da situação de réu do processo.

Dubiedade pode gerar anulação

O STJ também ratificou o acórdão do TRF4 no sentido de que registros semelhantes homologados em diferentes categorias devem ser anulados quando configurada situação de dubiedade para o consumidor.

O entendimento do tribunal é que a classificação em categorias diferentes não se sobrepõe à realidade fática, já que o registro semelhante gera dúvidas no consumidor e desvirtua a concorrência, principalmente em situações como a relatada no REsp 1258662, em que ambas as empresas atuam no mesmo município.

A ação, ajuizada em 2007, pleiteava a anulação de registro idêntico concedido a empresa concorrente, em data posterior à concessão do registro à empresa autora da ação. A única diferença é que o registro foi concedido em outra categoria. Segundo o entendimento dos ministros, a diferenciação em categorias distintas serve principalmente para facilitar o trabalho administrativo da autarquia, e não para justificar a concessão de registro semelhante ou idêntico.

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Fonte: Olhar Direto

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Em 05/02/2016, postado em: Geral por

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Startup cria escova de dente que dura para sempre

<h2>Criada pela Goodwell, a escova é feita de alumínio com cerdas que podem ser trocadas</h2>
<div></div>
<div id="materia-parsed-corpo">
<div><img class="aligncenter" title="A escova é feita de alumínio com cerdas que podem ser trocadas (Foto: Divulgação/Goodwell)" alt="A escova é feita de alumínio com cerdas que podem ser trocadas (Foto: Divulgação/Goodwell)" src="http://s2.glbimg.com/57mPly3XKJGnXrzTipAJlWv_4nQ=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2016/01/14/goodwell-escova.jpg" width="496" height="276" /><label>A escova é feita de alumínio com cerdas que podem ser trocadas (Foto: Divulgação/Goodwell)</label></div>
Sustentável e inteligente. Com essas duas palavras, a startup <a href="http://thegoodwellcompany.com/toothbrush/" target="_blank">Goodwell</a> define seu principal produto: uma escova de dente. A empresa criou um cabo de alumínio, que pode durar toda a vida, e cerdas feitas de carvão ativado, que podem ser substituídas sem danos ao meio ambiente e ainda combatem o mau hálito.
<div>O cabo da escova pode, ainda, receber outros acessórios, como limpador de língua. A receita da empresa vem da venda de cerdas individuais ou no modelo de assinatura. A escova é vendida, nos Estados Unidos, por US$ 29,99.</div>
Em entrevista à <a href="http://www.cnbc.com/2016/01/06/start-up-says-never-buy-another-toothbrush-again.html" target="_blank">CNBC</a>, o fundador Patrick Triato diz que vendeu US$ 100 mil em escovas no ano passado e tem mais de 1500 assinantes. Neste ano, a empresa deve lançar um acessório capaz de se conectar a um app e gerar relatórios sobre sua higiene bucal.

Além das escovas, a empresa tem outros dois produtos: um fio dental ecológico e um modelo de escova feito de bambu.

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Fonte: Pequenas Empresa Grandes Negócios

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Em 22/01/2016, postado em: Geral por

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Google X Lab muda de nome e ganha novo logo

O Google X Lab, braço da <a href="http://www.exame.com.br/topicos/google"><strong>Google</strong></a> dentro da recém-criada empresa<a href="http://www.exame.com.br/topicos/alphabet"><strong>Alphabet</strong></a>, mudou de nome e rosto.

Agora ele se chama apenas "X". E o antigo logotipo se transformou em um logo que traz a letra "x" estilizada, em tons de amarelo e laranja.

O X é chamado de "laboratório secreto" por ser uma área do Google envolvida em projetos ousados, inovadores e bem discretos.

Lá, experimentam coisas como o Google Glass e prováveis novidades futuras como carros sem motorista e drones.

O novo nome acaba descolando a empresa do nome Google, o que é lógico no atual momento da companhia.

A <a href="http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/o-que-significa-a-marca-alphabet-nova-empresa-do-google" target="_blank">ideia de criar a Alphabet</a> – e abaixo dela várias empresas, inclusive o Google – é justamente criar braços e marcas independentes, como Nest, Calico e Fiber.

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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="Google X Lab" src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/images/2016/1/596799/size_810_16_9_google-x-lab.jpg" width="567" height="319" /></p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: Revista Exame</p>

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Em 22/01/2016, postado em: Geral por

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Tribunal de Justiça de São Paulo nega pedido de exclusividade de aplicativo para celular

<header>
<h3>A empresa alegava que estaria em andamento no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) registro de seu produto – um aplicativo para pedir pizza pelo celular. No entanto, em busca no Facebook e na Play Store (que pertence ao Google) também apareceria no resultado outro aplicativo, com o mesmo nome e funcionalidade, desenvolvido por terceiro</h3>
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<h4></h4>
<h4><a> </a></h4>
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<div><figure><img class="aligncenter" alt="" src="http://media.jornaljurid.com.br/cache/5c/12/5c126e90d6c95570a6bc09eda98c576a.jpg" width="401" height="144" />
<figcaption>Reprodução: pixabay.com</figcaption></figure></div>
<div>

A 1ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo negou pedido de uma desenvolvedora, que pretendia obter exclusividade da marca de um aplicativo junto ao Facebook e ao Google Brasil.

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A empresa alegava que estaria em andamento no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) registro de seu produto – um aplicativo para pedir pizza pelo celular. No entanto, em busca no Facebook e na Play Store (que pertence ao Google) também apareceria no resultado outro aplicativo, com o mesmo nome e funcionalidade, desenvolvido por terceiro.

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Para o desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, relator do recurso, mesmo que o direito de registro e utilização seja conferido posteriormente, tal prerrogativa deve ser relativizada.  O magistrado destacou em seu voto que a marca discutida “é fraca, com pouca originalidade, e a proteção, nestes casos, é mitigada”.  O nome em questão é formado por duas palavras: uma em inglês e o nome da comida (pizza).

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“Não é possível atribuir à autora a exclusividade da utilização de expressão que apenas identifica certo ato (tocar) e categoria de produto alimentício”, escreveu Pereira Calças.

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O processo foi iniciado em dezembro de 2014 e julgado em 1ª e 2ª instâncias no período de um ano. O julgamento colegiado, ocorrido em 16 de dezembro, também teve participação dos desembargadores Enio Zuliani e Maia da Cunha, que acompanharam o voto do relator.

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<b>Apelação nº 1128745-84.2014.8.26.0100</b>

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Fonte: Jornal Juridico.

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Em 14/01/2016, postado em: Geral por

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IBM, Samsung e Canon registam mais de 16 mil patentes

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<div id="post-single-content">

A IBM lidera, pelo 23º ano consecutivo, a lista de empresas que mais patentes registadas nos EUA.
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="Jared Lazarus/Feature Photo Service for IBM" src="http://www.oje.pt/wp-content/uploads/2016/01/Jeremy-Greenberger_Patent-Leadership_IBM-940×381.jpg" srcset="http://www.oje.pt/wp-content/uploads/2016/01/Jeremy-Greenberger_Patent-Leadership_IBM-300×122.jpg 300w, http://www.oje.pt/wp-content/uploads/2016/01/Jeremy-Greenberger_Patent-Leadership_IBM-768×311.jpg 768w, http://www.oje.pt/wp-content/uploads/2016/01/Jeremy-Greenberger_Patent-Leadership_IBM-600×243.jpg 600w, http://www.oje.pt/wp-content/uploads/2016/01/Jeremy-Greenberger_Patent-Leadership_IBM.jpg 940w" width="451" height="183" />A IBM anunciou que ocupa novamente o primeiro lugar da lista anual de patentes dos EUA com um total de 7.355 patentes registadas em 2015, perto de metade das patentes registadas pelas três empresas que ocupam o pódio. No conjunto, a IBM, a Samsung e a Canon registaram 16.561 patentes no ano passado.</p>
De acordo com a IBM, que divulgou esta informação, “as patentes da IBM em 2015 representam uma grande aposta nas soluções cognitivas e na plataforma cloud, numa altura em que a Companhia se posiciona como líder numa nova era da computação”.

A IBM lidera a lista das empresas com mais patentes registadas anualmente há 23 anos. De acordo com a mesma informação, ao longo destas mais de duas décadas na liderança da lista de patentes, “os investigadores e cientistas da Companhia já registaram mais de 88.000 patentes nos EUA”, recorda <strong>Ginni Rometty, presidente, chairman e CEO da IBM.</strong>
<blockquote>O investimento da IBM em I&amp;D continua a moldar o futuro das tecnologias de informação através da computação cognitiva e da plataforma cloud que irão ajudar os nossos clientes a promover a transformação em vários setores”, sublinha a chairman.</blockquote>
“A liderança da IBM no registo de patentes demonstra o nosso compromisso sem paralelo com a I&amp;D que realmente importa para incentivar o desenvolvimento e crescimento das empresas e da sociedade”, conclui.
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" width="385"><strong>Líderes no registo de patentes nos EUA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="54"><strong>1</strong></td>
<td width="189">IBM</td>
<td width="142">7.355</td>
</tr>
<tr>
<td width="54"><strong>2</strong></td>
<td width="189">Samsung</td>
<td width="142">5.072</td>
</tr>
<tr>
<td width="54"><strong>3</strong></td>
<td width="189">Canon</td>
<td width="142">4.134</td>
</tr>
<tr>
<td width="54"><strong>4</strong></td>
<td width="189">Qualcommm</td>
<td width="142">2.900</td>
</tr>
<tr>
<td width="54"><strong>5</strong></td>
<td width="189">Google</td>
<td width="142">2.835</td>
</tr>
<tr>
<td width="54"><strong>6</strong></td>
<td width="189">Toshiba</td>
<td width="142">2.627</td>
</tr>
<tr>
<td width="54"><strong>7</strong></td>
<td width="189">Sony</td>
<td width="142">2.455</td>
</tr>
<tr>
<td width="54"><strong>8</strong></td>
<td width="189">LG Electronics</td>
<td width="142">2.242</td>
</tr>
<tr>
<td width="54"><strong>9</strong></td>
<td width="189">Intel</td>
<td width="142">2.048</td>
</tr>
<tr>
<td width="54"><strong>10</strong></td>
<td width="189">Microsoft</td>
<td width="142">1.956</td>
</tr>
</tbody>
</table>
Os investigadores da IBM registaram mais de 2.000 patentes em áreas relacionadas com a computação cognitiva e com a plataforma cloud da Companhia.

Na área da computação cognitiva e da inteligência artificial, a IBM desenvolveu novas tecnologias que podem levar as máquinas a aprender, a raciocinar, e a eficientemente processar diversos tipos de dados enquanto interagem com os seres humanos de forma natural.

<strong>Fonte: www.oje.pt</strong>

</div>
</div>

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Em 14/01/2016, postado em: Geral por

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