Acordo permitirá que a Xiaomi desenvolva, fabrique e venda dispositivos móveis 3G e 4G na China

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<div>A Qualcomm assinou acordo de licenças de patentes com a fabricante chinesa Xiaomi dando um passo importante para resolver desafios que impediam as empresas de ampliarem os negócios de forma mais efetiva.</div>
<div><span style="font-family: Arial, Verdana;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Arial, Verdana;">Segundo informações da Bloomberg, o negócio de licenciamento de tecnologia da Qualcomm contribui com a maior parte dos lucros das empresas e foi afetado pelo pagamento reduzido da China, consequência de uma investigação antitruste no maior mercado de telefonia do mundo. </span></div>
<div><span style="font-family: Arial, Verdana;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Arial, Verdana;">Depois de pagar uma multa para resolver o caso, a fabricante de chips dos EUA estava solicitando aos fabricantes de celulares o pagamento dos valores devidos de patentes de sistemas modernos de telefonia móvel.</span></div>
<div><span style="font-family: Arial, Verdana;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Arial, Verdana;">O acordo permitirá que a Xiaomi desenvolva, fabrique e venda dispositivos móveis 3G e 4G na China. A Qualcomm agora tem acordos com quatro das cinco principais fabricantes de celulares no país, de acordo com Stacy Rasgon, analista da Sanford Bernstein C.</span></div>
<div><span style="font-family: Arial, Verdana;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Arial, Verdana;">"A Qualcomm está comprometida com o sucesso de seus parceiros na China a medida que eles continuam a ampliar seus negócios", disse Derek Aberle, presidente da fabricante de chips do sediada em San Diego (EUA), em um comunicado.</span></div>
<span style="font-family: Arial, Verdana;"> </span>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="Qualcomm e Xiaomi assinam acordo de licença de patente" src="http://beehomecdn.itforum365.com.br/650×313/qualcomm-e-xiaomi-assinam-acordo-de-licenca-de-patente-1679670830.jpg" width="585" height="282" /></p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: <strong>http://itforum365.com.br/noticias/detalhe/117789/qualcomm-e-xiaomi-assinam-acordo-de-licenca-de-patente</strong></p>

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Em 04/12/2015, postado em: Geral por

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Selos ainda são pouco conhecidos dos consumidores

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<h2>Desafio agora é disseminar a percepção de valor dos produtos com a indicação geográfica</h2>
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<div>Por: Joana Colussi</div>
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Com mais de 50 indicações geográficas reconhecidas no país e 59 em análise pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o desafio agora é popularizar os símbolos de procedência para torná-los familiares aos consumidores. Uma das ideias é criar um selo único para os produtos brasileiros com indicação de origem, a exemplo da União Europeia.

– Seria uma forma de facilitar a identificação nos supermercados, assim como ocorre com os orgânicos – aponta Hulda Oliveira Giesbrecht, analista de inovação e tecnologia do Sebrae Nacional, que apresentou a sugestão ao INPI.

<strong><a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/campo-e-lavoura/noticia/2015/11/indicacoes-geograficas-atestam-exclusividade-de-produtos-4919394.html" target="_blank">Indicações geográficas atestam exclusividade de produtos</a></strong>

Embora o número de pedidos de indicações geográficas tenha aumentado nos últimos anos, o conceito de propriedade industrial de produtos e alimentos ainda é pouco conhecido entre os consumidores, confirma o presidente do INPI, Luiz Otávio Pimentel.

– A disseminação de informações é importante para que o consumidor não seja induzido ao erro – avalia Pimentel, acrescentando que a indicação geográfica não se cria, se reconhece.

Para o presidente do INPI, a percepção de valor de determinado produto por parte do consumidor deverá aumentar à medida que as imagens forem reforçadas. Hoje, indicações geográficas de vinhos, cafés e aguardentes já são citadas em cardápios de restaurantes e em eventos gastronômicos.

No início de 2016, deverão entrar em vigor normas técnicas para facilitar o processo de reconhecimento de indicações geográficas. Uma delas deverá trazer diretrizes detalhadas para orientar grupos de produtores que tiverem interesse em buscar a proteção industrial.

Entre os avanços legais necessários, Hulda aponta a definição de mecanismos de controle dos produtos certificados. Pela legislação atual, a própria associação é responsável por atestar se os produtos seguem critérios de qualidade para serem diferenciados. Na União Europeia, por exemplo, é exigido o controle de uma terceira parte.
<div>Fonte: Zero Hora.</div>
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<div><img class="aligncenter" alt="" src="http://www.clicrbs.com.br/sites/swf/zh-agronegocio/images/pasted%20svg%20622967×656.svg" width="498" height="526" /></div>
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<div><a href="mailto:?body=http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/campo-e-lavoura/noticia/2015/12/selos-ainda-sao-pouco-conhecidos-dos-consumidores-4919412.html&amp;subject="> </a></div>
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Em 02/12/2015, postado em: Geral por

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Sebrae/RO registra junto ao INPI a marca PIRARUCU DA AMAZÔNIA

Preocupados com a identidade visual, os gestores do projeto em Rondônia contrataram uma empresa de design gráfico e logo após ter realizado a construção de consenso, junto aos demais agentes Sebrae da região Norte e parceiros…

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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="Sebrae/RO registra junto ao INPI a marca PIRARUCU DA AMAZÔNIA" src="http://www.ariquemesonline.com.br/img/298863/g/pirarurcuam.jpg" width="376" height="242" /></p>
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<div>O projeto Pirarucu da Amazônia é executado pelo Sebrae Nacional e pelos Sebraes da Região Norte nos estados do Acre, do Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima e Tocantins. Tendo a Embrapa Aquicultura e Pesca e o Ministério da Pesca como parceiros, o trabalho apresenta uma série de características positivas para a criação intensiva da espécie, que tem crescimento rápido, 10 kg no primeiro ano, boa tolerância ao adensamento e condições de cultivo intensivo em ambientes tropicais.</div>
<div>Preocupados com a identidade visual, os gestores do projeto em Rondônia contrataram uma empresa de design gráfico e logo após ter realizado a construção de consenso, junto aos demais agentes Sebrae da região Norte e parceiros, foi finalizada uma marca para o projeto. Em 2013 o Sebrae em Rondônia deu entrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) solicitando o registro da marca  PIRARUCU DA AMAZONIA, depois de quase 3 anos em análise, o INPI concedeu este mês  o direito de uso da marca.</div>
<div>O projeto tem por objetivo difundir o cultivo do pirarucu em cativeiro e a marca surge para comunicar esse objetivo. Seu criador, designer Vicente Carvalho, da Carvalho Design &amp; Comunicação, diz que ela parte do conceito de multiplicação, pois no centro do globo, além do mapa amazônico que remete ao âmbito da região Norte, possui a silhueta do pirarucu várias vezes, o que reforça a intenção de aumentar a produção deste peixe. É uma marca que apresenta consistência e uniformidade, certamente ao se estabelecer será facilmente reconhecida e evidenciada entre as demais.</div>
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Para maiores informações sobre as atividades do Sebrae em Rondônia, ligue 0800 570 0800 ou acesse www.ro.sebrae.com.br.

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Fonte: http://www.ariquemesonline.com.br/noticia.asp?cod=298863&amp;codDep=50

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Em 26/11/2015, postado em: Geral por

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Agora é só apertar um botão para receber pizza em casa

Com um simples apertar de botão (apenas uma vez), uma pizzachegará quentinha em sua casa.

Essa é a proposta da marca Domino’s, que criou o “The Easy Order”.

Uma pequena caixa de pizza guarda um botão. É só apertar e a pizza chegará.

Pizza instantânea da Domino's

 

A caixa está integrada via bluetooth a um app no smartphone. Antes, é preciso que a pessoa cadastre seu nome, endereço e pedido de preferência.

A Domino’s criou a ação em parceria com a empresa de tecnologia FLIC.

Segundo a marca, a ideia partiu da realidade de vendas da rede: 75% dos pedidos são feitos online e o app da marca já foi baixado mais de 10 milhões de vezes.

Por enquanto, a novidade será distribuída no Reino Unido, apenas.

A ideia é bem similar ao “dash button” lançado pela Amazon este ano: botões pré-progamados para aqueles produtos que sempre acabam: sabão em pó, café, sabonete, entre outros.

 

Fonte: Revista Exame.

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Em 25/11/2015, postado em: Geral por

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Afinal, como as marcas podem ser relevantes para as pessoas?

No século 21, em plena era digital, as <a href="http://www.exame.com.br/topicos/marcas"><strong>marcas</strong></a> podem confiar apenas no "preço"? Ou em anúncios custosos? Vale mais a mensagem ou a ação?

Todas essas questões são tratadas por <a href="http://www.sapient.com/content/sapientnitro/en-us.html#culture/leadership/marcelotripoli/leaderbio" target="_blank">Marcelo Tripoli</a>, CCO para a América Latina da <strong>SapientNitro</strong>, multinacional do grupo Publicis.

<a href="http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/sim-marcas-podem-ter-significado-na-vida-das-pessoas" target="_blank">Tripoli lança hoje (23) em São Paulo um livro</a> que promete fazer sucesso entre estudantes e profissionais de Publicidade e Marketing – e traz lições preciosas para marcas e empresas.

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<div><img class="aligncenter" alt="Marcelo Tripoli" src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2015/11/592303/size_810_16_9_marcelo-tripoli.JPG" width="486" height="273" /></div>
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Em "Meaningful Marketing – Como a sua marca pode ter significado na vida das pessoas", um novo modo de enxergar marcas e consumidores é conceituado e exemplificado.

Atuando no mercado digital desde 2005, ele já trabalhou com marcas como<a href="http://www.exame.com.br/topicos/santander"><strong>Santander</strong></a>, <a href="http://www.exame.com.br/topicos/nestle"><strong>Nestlé</strong></a> e <a href="http://www.exame.com.br/topicos/telefonica"><strong>Telefonica</strong></a>. Recentemente, foi eleito pela revista GQ um dos 15 brasileiros mais influentes da internet em 2015.

À <strong>EXAME.com</strong>, Tripoli fala sobre o livro, dá dicas para marcas e empresas e revela bons – e maus – exemplos do que viu por aí.
<h3>O que é, afinal, o meaningful marketing?</h3>
<strong>Marcelo Tripoli -</strong> Usei o termo pela primeira vez em uma palestra, em 2010. Basicamente, se refere ao conceito de entrar na vida de alguém pela ação, não pela mensagem, apenas. A marca gera um valor na vida do consumidor ao propor serviços e experiências. É uma situação muito atual.

Veja o <a href="http://www.exame.com.br/topicos/uber"><strong>Uber</strong></a>, por exemplo: nunca fez comercial na televisão ou anúncio impresso ou online. O marketing dele está em seu serviço e na relação direta com as pessoas. Ele é significativo para os seus consumidores. E estes, hoje, são a própria mídia do serviço. Passa a marca para a frente, para o bem para o mal. Se o consumidor pode ser mídia, quem precisa se destacar então é o conteúdo.
<h3>Como surgiu a ideia para o livro, que é o primeiro do tipo no Brasil?</h3>
<strong>Marcelo Tripoli -</strong> Conversando com amigos que dão aulas em faculdades de Marketing, percebi que há uma carência de livros sobre o tema em Português. Os cursos usam muitos artigos e muitos livros em Inglês. Além disso, os livros estão desatualizados. O mundo mudou muito nos últimos vinte anos e os livros parecem falar ainda sobre os anos 90. Essa foi a primeira motivação.

A outra foi unir muito do que escrevi e publiquei ao longo da carreira, mas que estava perdido por aí em artigos, vídeos, entrevistas. Demorei um ano para repassar todo esse material e analisar o que, afinal, ainda estava atual.

Tive a preocupação de não deixá-lo efêmero. Não quis falar de Facebook e Snapchat de modo que ficasse velho em pouco tempo. Espero que esteja muito atual em cinco anos e possa ser lido e usado.
<h3>O que mudou da antiga para a nova visão no marketing?</h3>
<strong>Marcelo Tripoli -</strong> Basicamente, antes existiam dois fatores para a mensagem da marca em sua estratégia: cobertura (amplitude) e frequência. Agora há um terceiro fator: engajamento. Como o consumidor reage? Como ele passa aquilo para frente? O que mudou na vida dele?
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Passou da mensagem para a ação. E esta precisa ter a alma da marca, precisa ser verdadeira. Se é falso, percebem em pouco tempo. E quando você tem boa experiência, você não esquece mais aquilo. Uma boa experiência vai fazer a pessoa comprar depois. Gera desejo de compra e gera preferência de marca.
<h3>Quais são os bons exemplos de marcas que se valeram dessa estratégia recentemente?</h3>
<strong>Marcelo Tripoli – </strong>No livro, dou alguns exemplos essenciais. Um deles são as Bike Itaú, do <a href="http://www.exame.com.br/topicos/itau-unibanco"><strong>Itaú Unibanco</strong></a>. Uma empresa do setor financeiro trabalhando com mobilidade urbana e saúde. Não foi apenas um discurso do banco sobre a importância das bicicletas: foi ação e serviço.

Outro ótimo exemplo que dou no livro: o <a href="http://www.exame.com.br/topicos/cna"><strong>CNA</strong></a>, que criou o Speaking Exchange. Fez sucesso nas redes sociais: estudantes de Inglês no Brasil conversando com idosos nos EUA que só queriam uma companhia.

O que as pessoas querem é ação e mudança na vida delas. Isso é ter relevância, significado. A palavra da moda agora é "empoderamento". É isso: empodere o consumidor. A marca precisa ajudá-lo.

A Nike não pode mais falar apenas "pratique exerícicos físicos" ou "correr é legal" em um comercial. Ela precisa criar um relógio que acompanha a frequência cardíaca e dar para o cara, precisa criar um evento de rua onde todos os amantes de corrida vão competir e correr.
<h3><strong>O mundo digital foi essencial para o desenvolvimento do Meaningful Marketing. Dá para fazê-lo em mídias tradicionais, como filmes para TV e anúncios impressos?
</strong></h3>
<strong>Marcelo Tripoli -</strong> Ele é possível em qualquer mídia. Sem o digital, ele não teria dado esse salto, crescido tanto. Mas posso dar dois exemplos de Meaningful Marketing antigos, quando ainda nem existia a Internet.

O primeiro é o <a href="http://www.exame.com.br/topicos/michelin"><strong>Guia Michelin</strong></a>, de 1900. É uma empresa de pneu que decidiu fazer um guia de gastronomia e hotéis. Mas hoje é o guia mais conceituado do segmento. E por que eles fizeram isso? A marca percebeu que as pessoas pouco usavam o carro. Logo, as rodas ficavam novas e não conseguiam vender pneu algum. O guia era um estímulo à viagem, era para fazer as pessoas saírem de casa, rodarem ruas e estradas.

Outro exemplo: nos anos 1970, a Shell tinha o "Shell Responde", uma revista que era entregue para quem fosse abastecer no posto. A publicação trazia dicas, como "como dirigir na chuva" ou "como calibrar seu pneu".
<h3>Em que pé está o Meaningful Marketing no Brasil?</h3>
<strong>Marcelo Tripoli –</strong> Está muito incipiente. Estamos ainda viciados na mídia de massa, nesse modelo que só pensa na quantidade. O pensamento antigo é: criar uma mensagem com o máximo de alcance e frequência. Exemplo: comercial na TV para milhões, várias vezes ao dia. É somente tentar atingir muita gente. Mas com que impacto? Gerou relevância, significado?

Para mim, o consumidor, de todas as classes sociais, se comporta de uma maneira mais avançada. Mas as marcas estão atrás, fazendo coisas ultrapassadas. Talvez pelos grandes tomadores de decisão das grandes empresas terem nascido e vivido na era analógica. É preciso uma renovação no pensamento.

Aqui, por exemplo, as montadoras estão muito atrás, ainda têm questões primárias com o consumidor. Veja o ótimo case da <a href="http://www.exame.com.br/topicos/hyundai"><strong>Hyundai</strong></a> nos EUA, em 2008: no auge da crise econômica, criou um plano onde qualquer um que comprasse um carro, caso perdesse o emprego em até um ano, poderia devolver o veículo sem custos. Fez muito sucesso.
<h3>Qual o grande segredo para as marcas que querem seguir essa visão?</h3>
<strong>Marcelo Tripoli -</strong> O grande recado é: fazer e não falar. O discurso pode ser uma casca frágil. Está na ação as estratégias que criação uma relação de valor e terão significado na vida das pessoas.

As empresas podem começar com uma ação, um projeto. Não precisa virar de cabeça para baixo os negócios. Em um segundo momento, podem repensar a estratégia como um todo.
<h3>É questão de sobrevivência seguir esse novo modelo ou ainda é opção para as marcas e empresas?</h3>
<strong>Marcelo Tripoli – </strong>Empresas perdem faturamento quando não se adaptam. Não é questão de luxo ou da marca tentar ser legal ou boazinha. É questão de sobrevivência, competitividade de negócio.

Quando ela não é significativa na vida das pessoas, a marca vira um commodity.

E daí a estratégia dela será o preço, somente. Se meu produto não quer dizer nada para ninguém, vou abaixar o preço, concorrer com preço. E só.

Fonte: Revista Exame.

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Em 25/11/2015, postado em: Geral por

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Google recebe 25 pedidos de remoção de sites com pirataria por segundo

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<h2>É normal empresas ou associações pedirem à Google para remover determinados endereços URL dos resultados das pesquisas. Agora, estatísticas recentes mostram que a gigante recebe 25 pedidos por segundo, mais de dois milhões por dia.</h2>
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<div><img class="aligncenter" alt="google.jpg" src="http://images-cdn.impresa.pt/exameinformatica/2015-08-28-google.jpg?v=w620h395" width="496" height="316" />
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O Google Transparency Report mostra a atividade da empresa no que diz respeito a pedidos de eliminação de sites dos resultados das pesquisas. O <em>TorrentFreak</em> noticia que a empresa recebe agora 25 pedidos por segundo, 1500 por minuto ou mais de dois milhões por dia, o que representa para mais do dobro do que foi registado em 2014. Esta é uma das principais armas usadas pelos criadores e donos da propriedade intelectual, de forma a salvaguardarem os seus direitos.

A análise aos números mostra que os pedidos vieram de 5492 detentores de direitos de autor e referiam-se a 72207 domínios específicos. Em média, cada um destes sites terá sido alvo de 900 pedidos de retirada à Google.

Estes dados incluem os pedidos múltiplos sobre os mesmos URLs, o que a Google diz ser uma forma mais «realista de pintar o quadro dos pedidos de retirada». Sabe-se que a gigante das pesquisas tem alimentado o seu algoritmo com os domínios mais frequentemente visados nestes pedidos de forma a torná-los cada vez menos visíveis.

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Fonte: Exame.

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Em 25/11/2015, postado em: Geral por

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Saia na frente de seus concorrentes, registre sua marca e garanta a exclusividade contra terceiros de má fé.

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O registro de marca é de suma importância para o sucesso de seu negócio.
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Possibilita a exploração em todo território nacional, podendo licenciar, franquear, se opor contra terceiros, notificar extrajudicialmente e ingressar com ações judiciais.
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O registro de marca tem validade por 10 anos prorrogáveis.
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/11/3.jpg"><img class="size-full wp-image-1322 aligncenter" alt="3" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/11/3.jpg" width="458" height="409" /></a></p>

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Em 23/11/2015, postado em: Geral por

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Marca lança o Oreo Churros

A J&amp;J Snack Foods, responsável pela <a href="http://www.exame.com.br/topicos/marcas"><strong>marca</strong></a> Oreo, vai lançar nos EUA uma nova sobremesa: churros de bolacha Oreo.

Em novembro de 2014, já havia uma versão dos churros da Oreo. Só que eram apenas "massa". Junto com eles, era preciso comprar o pote individual de creme.

Dessa vez, os churros já serão recheados com creme e ainda terão um açúcar para passa por cima depois de assados.

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<div><img class="aligncenter" alt="Oreo Churros" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/images/2015/11/592153/size_810_16_9_oreo-churros.jpg" width="567" height="319" /></div>
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A empresa lançou duas versões. Uma menor, no estilo "petisco", e outra com 25 centímetros. Ambas recheadas com creme Oreo.

Por enquanto, só é possível encontrá-lo nos EUA. Ainda não se sabe quando a novidade chegará por aqui.

Disposta a dominar o segmentos de sobremesas, a Oreo também lançou uma bolo de sorvete e novos sabores para os biscoitos: coco queimado e chocolate browine.

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Fonte: Revista Exame

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Em 23/11/2015, postado em: Geral por

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Autodesk e ZWCAD Software Co. chegam a uma solução sobre a disputa de apropriação indevida de software

Autodesk, Inc. (Nasdaq: ADSK) e ZWCAD Software Co., Ltd., ZWCAD Design Co., Ltd., HK ZWCAD Software Ltd., e a GLOBAL FORCE DIRECT, LLC. concordaram em encerrar os processos pendentes em Haia e no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Norte da Califórnia, referentes ao uso indevido da propriedade intelectual do AutoCAD, principal produto da Autodesk e uma das ferramentas de software de design mais amplamente usada em todo o mundo.
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<div>Depois de descobrir evidências indicando que ZWSOFT tinha usado indevidamente a propriedade intelectual do AutoCAD no desenvolvimento dos produtos ZWCAD +, a Autodesk entrou com uma ação em Haia, nos Países Baixos, em 19 de fevereiro de 2014 (processo nº C / 09 / 460.412 / KG ZA 14-178); e no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Norte da Califórnia, em 26 de março de 2014 (Processo No. 14-cV-1409-EJD). Nos processos, a Autodesk alegou que o código-fonte do AutoCAD tinha sido desviado e utilizado indevidamente no desenvolvimento do ZWCAD +.</div>
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<div>Embora a ZWSOFT, inicialmente, tivesse negado as acusações, posteriormente descobriu que um funcionário havia, de fato, utilizado indevidamente a propriedade intelectual do AutoCAD no desenvolvimento do ZWCAD +.</div>
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<div>Como resultado da descoberta, o CEO da ZWSOFT, Truman Du, reconheceu publicamente o erro de ZWSOFT e concordou em, imediatamente, parar de vender, licenciar, ou disponibilizar, por qualquer meio, o ZWCAD + para o mercado. As partes firmaram um acordo para resolver os processos pendentes, com o pagamento de indenização à Autodesk, de valor sigiloso.</div>
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<div>Sobre a Autodesk</div>
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<div>A Autodesk ajuda as pessoas a imaginar, projetar e criar um mundo melhor. Todos – de profissionais de design, engenheiros e arquitetos, a artistas digitais, estudantes e amadores – usam as soluções da Autodesk para incentivar a sua criatividade e superar desafios. Para mais informações, visite autodesk.com ou siga @autodesk.</div>
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<div>Fonte: http://www.segs.com.br/info-e-ti/68438-autodesk-e-zwcad-software-co-chegam-a-uma-solucao-sobre-a-disputa-de-apropriacao-indevida-de-software.html</div>
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Em 23/11/2015, postado em: Geral por

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A garrafa mais famosa do mundo faz 100 anos

Coca-Cola queria uma garrafa que pudesse ser reconhecida no escuro. Modelo foi inspirado nas linhas e formas dos grãos de cacau e ficou famoso quando foi capa da revista “Time”.

A garrafa mais famosa do mundo faz 100 anos
A garrafa da Coca-Cola faz 100 anos. A embalagem nasceu de um desafio lançado a várias empresas vidreiras nos EUA para desenvolverem “uma garrafa tão distinta que seria reconhecida ao tocá-la no escuro ou se estivesse partida no chão”.

A forma, tal como hoje a conhecemos, foi desenvolvida pela Root Glass Company (no Indiana) e inspirada nos grãos de cacau. Para proteger o segredo da garrafa, o registo da patente foi submetido sem a assinatura em relevo da marca.

Em 1918, a The Coca-Cola Company lançou a primeira campanha publicitária a nível nacional com a sua nova garrafa da Coca-Cola. Mas foi, depois de surgir, em 1950, na capa da revista Time que o ‘design’ da garrafa ‘contour’ ficou tão conhecido que lhe foi concedido o estatuto de marca registada.

Aqui fica um século de história, numa cronologia feita pela marca:

1915 – Frustrando os esforços dos imitadores, a agora famosa garrafa ‘contour’ da Coca-Cola foi patenteada pela Root Glass Company, de Terre Haute, Indiana. Até ao desenvolvimento da garrafa ‘contour’ – tão distinta de todas as outras que poderia ser reconhecida no escuro ou partida em pedaços no chão – os engarrafadores de Coca-Cola usaram garrafas de formato em linha recta numa grande variedade de formatos, tamanhos e cores.

1923 – Apesar de ser algo comum actualmente, o transportador de embalagens de seis garrafas foi uma inovação desenvolvida pela The Coca-Cola Company para encorajar as pessoas a levar garrafas ‘contour’ da Coca-Cola para casa e a beber de forma mais regular. A evolução do chamado “six-pack” acompanhou o aumento da capacidade para refrigerar a bebida em casa.

25 de Dezembro de 1923 – A patente da garrafa ‘contour’ foi renovada pela primeira vez em 1923. Este molde específico para a garrafa foi patenteado no U.S. Patent Office e divulgado na publicação deste organismo, intitulada “Official Gazette”, no dia 25 de Dezembro de 1923. Esta data foi uma coincidência dado que esta publicação é lançada sempre à terça-feira e, em 1923, o Dia de Natal aconteceu a uma terça-feira. Todas as garrafas ‘contour’ produzidas entre o final de 1923 e 1937 continham a inscrição da patente ter sido registada no Dia de Natal e eram referidas como as “Garrafas de Natal”.

1928 – O volume de Coca-Cola vendida em garrafas ultrapassou pela primeira vez a quantidade vendida através de dispensadores de bebidas refrescantes.

1950 – A garrafa da Coca-Cola torna-se o primeiro produto comercial a aparecer na capa da revista “Time”. A presença na capa desta publicação solidificou a Coca-Cola enquanto um ícone internacional.

1955 – Até esta altura, a Coca-Cola estava disponível apenas em dispensadores de bebida refrescante e em garrafas com capacidade para 19,22 cl (6,5 oz). Em 1955 dá-se a estreia nos Estados Unidos das garrafas ‘contour’ em tamanho “King Size” (29,57 cl ou 10 oz) e 35,49 cl ou 12 oz) e “Familiar” (76,89 cl ou 26 oz). Foi um importante passo, dando aos consumidores várias opções de embalagem de acordo com as suas necessidades.

1960 – A ideia de colocar Coca-Cola em latas foi testada antes da 2.ª Guerra Mundial, mas o teste foi interrompido devido aos materiais não estarem rapidamente disponíveis durante o período de guerra. Não seria antes de 1960 que seriam introduzidas no mercado dos Estados Unidos as latas de Coca-Cola de 35,49 cl. O grafismo das primeiras latas incluía uma imagem da garrafa ‘contour’ de forma que as pessoas soubessem que a Coca-Cola que iam encontrar na lata era exactamente igual à da garrafa.

1993 – É lançada a garrafa ‘contour’ da Coca-Cola em formato PET, com capacidade de 59,15 cl (20 oz). Este tipo de embalagem ajudou a distinguir a Coca-Cola de outras bebidas da mesma forma que a garrafa ajudou a fazer o mesmo em 1916.

1996 – Durante anos vários artistas populares usaram a Coca-Cola enquanto tema para as suas obras de arte devido à sua popularidade. Durante os Jogos Olímpicos de 1996 em Atlanta, a Companhia preparou a exposição Saudação Olímpica da Coca-Cola à Arte Popular, que integrou trabalhos de artistas de 54 países, que usaram matérias-primas dos seus países de origem para criar garrafas ‘contour’. Estas esculturas tridimensionais tinham uma altura entre cerca de 50 centímetros e 3,5 metros.

1997 – A The Coca-Cola Company testa no mercado uma lata ‘contour’ inovadora, inspirada na garrafa de vidro.

2005 – A The Coca-Cola Company lança uma versão de alumínio da garrafa ‘contour’. Em parceria com empresas líderes na área do design dos cinco continentes, a The Coca-Cola Company lançou uma campanha de marketing centrada numa série exclusiva de garrafa ‘contour’ de alumínio, intitulada “M5” (As Cinco Magníficas).

16 de Novembro de 2015 – A garrafa da Coca-Cola celebra o seu 100.º aniversário.

 

Fonte: Economico.

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Em 17/11/2015, postado em: Geral por

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