Cuidado com fraude! INPI não envia boletos nem entra em contato por telefone para oferecer serviços

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<h2>Conheça os indícios de fraude</h2>
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Diante de reiteradas denúncias, o INPI informa que não tem representantes, nem envia boletos e não liga para ninguém informando haver outra empresa prestes a depositar marca idêntica à de qualquer usuário dos serviços de marcas, patentes, etc. Servidores do INPI não trabalham para escritórios de advocacia e não fazem ligações para usuários fazendo cobranças. Da mesma forma, o INPI publica suas informações oficiais apenas neste site, não estando qualquer empresa ou instituição autorizada a fazê-lo em nome do Instituto.

Isto é fraude e a única forma de recolher as taxas do INPI é por meio de uma GRU, a Guia de Recolhimento da União, que o próprio usuário gera no Portal do INPI. Quaisquer outros boletos que venha a receber nada têm a ver com o INPI.

Nestes golpes, o que o usuário recebe, desacompanhado de maiores explicações, são meras propostas de contratação de uma firma, para que ela lhe forneça algum tipo de serviço, ainda que seja somente recolher sua taxa.

Esse tipo de correspondência, dúbia e geralmente ameaçadora, é a forma espúria que esse tipo de empresa usa para angariar novos clientes.

Ignore e não pague nada. O INPI recomenda fortemente que não contrate esse tipo de empresa para tomar conta de seus interesses. É importante lembrar que o usuário pode fazer qualquer serviço do INPI por conta própria.

O INPI publica, em seu Portal, um alerta sobre esse tipo de atividade (<a title="" href="http://www.inpi.gov.br/pedidos-em-etapas/pague-taxa/alerta-da-comissao-de-conduta-dos-agentes-da-propriedade-industrial-apis" target="_blank">Alerta Agentes</a>), no qual lista vários tipos de golpes.

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<h2> Avisos</h2>
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<b>1. Sentença proferida nos autos da Ação Civil Pública nº 0020172-59.2009.403.6100, que tramita na 10ª Vara Cível de São Paulo, assegurou “a todos os cidadãos a realização de peticionamento relativo à propriedade industrial de qualquer espécie perante o Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI, independentemente de exigência de ‘habilitação especial’ ou outras restrições não fixadas por lei”, e determinou que o INPI suspendesse a aplicação de toda a regulamentação referente aos Agentes da Propriedade Industrial.</b>

<b>O cumprimento da decisão judicial foi efetivado pela </b><a title="" href="http://www.inpi.gov.br/pedidos-em-etapas/pague-taxa/resolucao_141-14_-_suspencao_dos_atos_dos_ag-propriedade_ind-1_0.pdf" target="_blank"><b>Resolução nº 141/2014</b></a><b>, publicada na Revista Eletrônica da Propriedade Industrial nº 2288, de 11/11/2014.</b>

<b>Assim como “todos os cidadãos”, os Agentes da Propriedade Industrial anteriormente cadastrados poderão continuar a exercer suas funções.</b>

<b>Embora a referida decisão judicial possua eficácia imediata, está ainda sujeita à revisão pelo Tribunal Federal de Recursos da 3ª Região, em São Paulo, e a questão está “sub judice”.</b>

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<tr>
<td><strong>2. Por força da Recomendação nº 001/2014,</strong> expedida nos autos do Inquérito Civil Público nº 1.22.000.001556/2013-23, em trâmite na Procuradoria da República em Minas Gerais, o INPI informa que a Associação Nacional de Propriedade Industrial e Intelectual (ANPII) não é um agente credenciado (API), tampouco uma associação parceira do INPI, e que a similaridade do nome não confere à ANPII nenhum caráter de órgão público ou oficial, tratando-se meramente de uma associação civil, sem qualquer autorização para representar, falar e/ou cobrar valores em nome do INPI.</td>
</tr>
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<h2> Veja como reconhecer um boleto fraudulento</h2>
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<img title="MARCAS E PATENTES.jpg" alt="MARCAS E PATENTES.jpg" src="http://www.inpi.gov.br/pedidos-em-etapas/pague-taxa/arquivos-fraude/marcas-e-patentes.jpg/@@images/8df70b79-f750-4319-ba4b-cd665e4405d2.jpeg" />

<img title="FRAUDE_2b.jpg" alt="FRAUDE_2b.jpg" src="http://www.inpi.gov.br/arquivos/fraude_2b.jpg/@@images/1acb5565-14ab-4195-85ab-8c4d486d53d3.jpeg" />

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<div> Fonte: INPI</div>

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Em 28/10/2015, postado em: Geral por

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Refrigerante Mountain Dew chega ao mercado brasileiro

São Paulo – A <a href="http://www.exame.com.br/topicos/pepsico"><strong>PepsiCo</strong></a> vai comercializar o refrigerante Mountain Dew no Brasil.

Presente em 50 países, a marca Mountain Dew é a segunda mais forte da empresa nos EUA, depois da Pepsi.

Na América Latina, já está presente em países como Colômbia, Guatemala e Honduras.

O produto será vendido por aqui em dois tamanhos: "on-the-go", que tem 500mL e custará R$2,69; e a versão de 1,5L, que será vendida por R$4,39.

Por enquanto, o <a href="http://www.exame.com.br/topicos/refrigerantes"><strong>refrigerante</strong></a> será vendido em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A marca garante uma expansão para outras regiões a partir de 2016.
<h3>Marca</h3>
Nos EUA, a marca está muito ligada ao lifestyle do mundo dos <a href="http://www.exame.com.br/topicos/esportes"><strong>esportes</strong></a>, apostando em esportes radicais como skateboarding, snowboarding, ciclismo BMX e motocross.

No mundo do skate, conta com 13 atletas e ainda promove eventos e torneios.

O slogan inglês "Do The Dew" será adaptado por aqui.

A versão brasileira será "Fora do Comum". A comunicação será assinada pela DABBA.

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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="Refrigerante Mountain Dew" src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/images/2015/10/549591/size_810_16_9_mountain-dew.jpg" width="567" height="319" /></p>
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Fonte: Revista Exame.

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Em 08/10/2015, postado em: Geral por

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Patente revela que novos iMacs podem ter painel traseiro de vidro

A <a href="http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/apple.html">Apple</a> registrou uma patente que pode levar a novos modelos do <a href="http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/imac.html">iMac</a> com painel traseiro feito em vidro. Atualmente, a tampa dos computadores é feita em alumínio anodizado e o uso do material alternativo nos computadores poderia romper com essa tradição nos designs da <a href="http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/apple.html">Apple</a>.

<a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/08/novos-imacs-podem-ganhar-telas-e-processadores-turbinados-diz-site.html">Novos iMacs podem ganhar telas e processadores ‘turbinados’, diz site</a>

O documento descreve uma série de aplicações para o vidro como superfície de contato em diversos tipos de dispositivos, como computadores, celulares e media players portáteis.

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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="Volta às origens: caso adote o vidro, iMacs poderiam ganhar tampas transparentes, como as utilizadas na primeira geração dos computadores, em 1998 (Foto: Divulgação/Apple)" src="http://s2.glbimg.com/EHu-UCkhezuZ1g53JurY5t7r19g=/695×0/s.glbimg.com/po/tt2/f/original/2015/09/01/imac-g32.jpg" width="556" height="431" /></p>
Ao contrário de grande parte das ideias registradas pela <a href="http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/apple.html">Apple</a>, o documento não expõe ganhos em termos de funcionalidades e recursos para os dispositivos, tornando o projeto um exercício de design.

O vidro pode garantir superfícies mais agradáveis ao toque, mas também pode ser mais frágil que o alumínio, o que poderia limitar a aplicação da ideia a dispositivos menos propensos a movimento e a impactos. Caso opte por usar algum tipo de vidro transparente, a <a href="http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/apple.html">Apple</a> pode provocar alguma nostalgia nos usuários que lembram dos primeiros <a href="http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/imac.html">Macs</a> coloridos, que tinham tampas de plástico e que permitiam enxergar o interior da máquina.

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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="iMacs podem ganhar coberturas de vidro, que substituiriam os gabinetes feitos de alumínio atuais (Foto: Reprodução/USPTO)" src="http://s2.glbimg.com/RJHQaKheYgnBgru0iN3hpNRF8DY=/695×0/s.glbimg.com/po/tt2/f/original/2015/09/01/patente-apple-imac-vidro.jpg" width="486" height="244" />O registro da ideia e a liberação da patente, contudo, não garantem que a <a href="http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/apple.html">Apple</a> esteja prestes a lançar novos designs de dispositivos que usem o vidro, em lugar do alumínio, em suas estruturas e carcaças.</p>
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Fonte: techtudo.

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Em 08/10/2015, postado em: Geral por

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Compra da SABMiller afasta cervejeira de raízes na África

A aquisição da <a href="http://www.exame.com.br/topicos/sabmiller"><strong>SABMiller Plc </strong></a>pela concorrente de maior porte <a href="http://www.exame.com.br/topicos/ab-inbev"><strong>Anheuser-Busch InBev</strong></a> NV distanciaria ainda mais a empresa com sede em Londres de suas raízes, que remontam ao século 19, quando era a fornecedora sul-africana de cerveja para os mineiros sedentos do chamado recife do ouro, em Joanesburgo.

A fabricante de produtos locais como a Castle Lite iniciou sua história com o nome de South African Breweries, em 1895, e se tornou a primeira empresa industrial a listar ações na Bolsa de Valores de Joanesburgo, dois anos depois.

Em meados do século passado, a empresa cervejeira controlava 98 por cento de seu mercado doméstico, antes de se expandir internacionalmente após o fim do governo de uma minoria branca, em 1994.

<center> </center>“As vendas da cerveja da SAB estão muito à frente em relação às das outras cervejas que nós vendemos qualquer noite”, disse Kate Bennett, 33, sócia do pub Colony Arms, no subúrbio de Craighall, em Joanesburgo, nesta quarta-feira.

“Certamente existe uma sensação de orgulho nacional”.

A primeira cisão significativa da empresa em relação à África do Sul veio com a decisão de mudar sua cotação principal para Londres, em 1999.

Três anos depois, a empresa comprou a Miller Brewing Company, segunda maior fabricante de cervejas dos EUA, e agregou a Grolsch e a Peroni ao seu portfólio.

A SABMiller agora conta com 70.000 funcionários em mais de 80 países e será engolida pela AB InBev, que tem sede em Leuven, na Bélgica, se a empresa cervejeira dona das marcas Budweiser e Stella Artois concluir o negócio multibilionário.

“Os clientes já estão muito acostumados ao que tomam, por isso eu duvido que uma mudança na propriedade da empresa altere isso de forma significativa”, disse Bennett.

“Vai ser interessante ver se alguma mudança na publicidade vai mudar a percepção das pessoas”.

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Fonte: Revista Exame

<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/09/size_810_16_9_cervejas-sab.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1295" alt="size_810_16_9_cervejas-sab" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/09/size_810_16_9_cervejas-sab.jpg" width="810" height="455" /></a>

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Em 17/09/2015, postado em: Geral por

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China apresenta 20% mais solicitações de patentes internacionais

A China apresentou 18,7 mil solicitações de patentes sob o Tratado de Cooperação em Patente (PCT, na sigla em inglês) nos primeiros oito meses deste ano, representando um salto anual de 20% e mostrando sinais animadores sobre o estímulo à criatividade no país.

Shen Changyu, chefe da Administração Nacional de Propriedade Intelectual (ANPI) da China, atribuiu o aumento à estratégia do governo de promover inovação e disse que políticas favoráveis geraram oportunidades para os inventores.

As solicitações de invenção recebidas pela ANPI entre janeiro e agosto foram 21,8% superiores às do mesmo período do ano passado, indicou Shen.

A criatividade é o maior recurso do desenvolvimento na China, disse o primeiro-ministro Li Keqiang no Fórum Davos de Verão, na semana passada. O governo reduziu impostos, aumentou subsídios e cortou burocracia para estimular as empresas e indivíduos a buscar inovação.

por Agência Xinhua.

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<p style="text-align: left;">Fonte: portuguese.cri.cn</p>
<p style="text-align: left;"></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/09/patenteado.gif"><img class="size-full wp-image-1291 aligncenter" alt="patenteado" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/09/patenteado.gif" width="720" height="720" /></a></p>

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Em 17/09/2015, postado em: Geral por

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As 10 franquias brasileiras que mais atuam no exterior

Presente em 23 países ao redor do mundo, a franqueadora<strong> iGUi</strong> Piscinas lidera a quinta edição do ranking da Fundação Dom Cabral de Internacionalização de Franquias. A lista leva em consideração números como a quantidade de franquias no exterior e as receitas de royalties e taxas dessas unidades fora do Brasil, comparados aos números totais da rede.Watch movie online Movie Below Her Mouth (2017)

A<strong> Localiza</strong>, rede de lojas especializadas em aluguel de veículos, foi a primeira colocada na edição do ano passado e dessa vez ocupa o segundo lugar. Em terceiro, aparece a<strong>Dudalina</strong>, da área de vestuário.

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<img class="aligncenter" alt="iGUi é a franqueadora brasileira com maior atuação no exterior (Foto: Reprodução)" src="http://s2.glbimg.com/BC-aceYcXYChWrmrh9Fa4_spP-4=/620×345/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/09/09/igui-franquia.png" />

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Além do ranking de franquias, a Fundação Dom Cabral apresentou o ranking de internacionalização das multinacionais brasileiras, em que a gaúcha Fitesa, da área de nãotecidos para uso em aplicações higiênicas, figura na primeira posição. A construtora Norberto Oderbrecht e a cimenteira InterCement ocupam a segunda e terceira posições, respectivamente.

Eduardo Drovandi, da Dudalina, defende a expansão da área de franquias para o exterior no atual momento político e econômico vivido pelo país. “Hoje, expandir os negócios para fora do Brasil é uma estratégia de diminuição de riscos. Quando aqui a economia não vai muito bem, temos o nosso capital investido em outros mercados”, diz Drovandi, da área de expansão internacional da empresa.

A Fundação Dom Cabral divulgou também dados gerais sobre a presença das 62 multinacionais brasileiras estudadas pelo instituto nos 100 países em que atuam. O país com maior incidência de empresas brasileiras é os Estados unidos, com 39. A Argentina também aparece em destaque com 34 empresas brasileiras. O primeiro país fora das Américas a figurar na lista é a China, na sexta posição, com 22 empresas.

Na matéria de capa da Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios da edição de Setembro, você pode encontrar as principais dicas para abrir um negócio no exterior, além de histórias de sucesso de quem ganha muito dinheiro longe de sua terra natal.

Confira os dois rankings e os índices que representam a porcentagem da atuação das empresas que se dá fora do Brasil:

Ranking de franquias por índice de internacionalização

1. <a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/igui/">iGUi Piscinas</a>
2. <a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/localiza-rent-a-car/">Localiza</a>
3. Dudalina
4. <a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/carmen-steffens/">Carmen Steffens</a>
5. <a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/depyl-action/">Depyl Action</a>
6. <a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/chilli-beans/">Chilli Beans</a>
7. <a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/vivenda-do-camarao/">Vivenda do Camarão</a>
8. <a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/magrass/">Magrass</a>
9. <a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/hering-store/">Cia Hering</a>
<a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/giraffas/">10. Giraffas</a>

Ranking de multinacionais por índice de internacionalização

1. Fitesa
2. Construtora Norberto Odebrecht
3. InterCement
4. Gerdau
5. Stefanini
6. Marfrig
7. Artecola
8. Metalfrio
9. CZM
10. JBS

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Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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Em 11/09/2015, postado em: Geral por

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Depois de década de estagnação, Pizza Hut faz expansão agressiva

<h2>Pizza Hut vai abrir, pela primeira vez no país, unidades próprias que servirão de laboratório para promoções e novos formatos de atendimento.</h2>
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<img class="aligncenter" alt="Pizza Hut: nova estratégia no Brasil (Foto: Reprodução/Instagram)" src="http://s2.glbimg.com/hZsQr0xjkDes5_Zwc2r0KTLwXRM=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/09/03/pizza-hut.jpg" />

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São Paulo – No Brasil desde os anos 80, a rede Pizza Hut começou a desenhar, em 2012, um plano agressivo de expansão, que está saindo do papel justamente no momento em que a economia brasileira enfrenta a pior recessão dos últimos 25 anos.

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A ordem da matriz, a americana Yum! Brands – que também controla a rede de fast-food KFC -, é não tirar o pé do acelerador, apesar da crise, e levar a cabo a meta de abrir 30 unidades neste ano, mais 50 no próximo e chegar em 2018 com um ritmo de expansão anual de 100 novas unidades. Esse já é o nível de crescimento de redes de fast-food como Burger King, mas para a Pizza Hut no Brasil o feito é inédito.

Entre 2001 e 2010, por exemplo, a empresa ampliou o número de restaurantes de 67 para 71 apenas. Nesse período, a Yum! Brands comandava o mercado brasileiro de um escritório localizado em Miami e já tinha decidido tirar do País o coirmão KFC, que está de volta com 22 lanchonetes. Em 2012, a companhia americana, instalou-se definitivamente na capital paulista sob o comando do mexicano Agustin Dominguez Larrea, diretor de expansão da Yum! Brands.

Naquele ano, ainda se falava em crescimento de 3,5% do PIB brasileiro e a taxa básica de juros, a Selic, estava em 9%. Mas os ventos mudaram de direção por aqui. "De fato, o cenário é outro", diz o executivo. "O lado positivo é que adotamos um modelo de expansão que nos traz mais possibilidades do que problemas nesse momento." Larrea se refere às unidades menores da rede que começaram a ser desenvolvidas no Brasil por sugestão de um franqueado.

O modelo Express foi feito sob medida para as praças de alimentação de shoppings e para atender quem quer comer uma fatia de pizza, sem pagar muito nem gastar tempo. A ideia foi levada à matriz pelo maior e mais antigo franqueado da rede no Brasil, o empresário Jorge Aguirre. Ele é dono de 36 restaurantes em São Paulo, que no ano passado faturaram juntos R$ 160 milhões. "Queria encontrar uma forma rápida de multiplicação de pontos de venda e divulgação da marca", diz.

Foi com base nesse formato, e no de delivery trazido dos EUA, que a rede estruturou seu crescimento nos últimos anos. Entre 2012 e 2014, foram inauguradas 33 unidades. Hoje, no total, são 95, mas a Yum! vê potencial de chegar a 1 mil. As pizzarias mais enxutas conseguiram garantir a retomada da Pizza Hut no Brasil e foram exportadas para alguns dos 130 países em que a rede está presente, entre eles Tailândia, Malásia e França.

No mundo inteiro, já são 140 unidades neste formato. A sacada de Aguirre e sua relação de longa data com a marca o levaram, no ano passado, ao conselho de administração global da Yum!. Ele é um dos nove franqueados, de um total de 140 no mundo, que participam do órgão colegiado.

<strong>Olho do dono</strong>

Para consolidar o crescimento da marca no Brasil, a Pizza Hut vai abrir, pela primeira vez no País, unidades próprias, que servirão de laboratório para promoções e novos formatos de atendimento.

As cinco unidades serão inauguradas entre este mês e novembro. Depois de muitos anos estagnada, a Pizza Hut parece estar acertando a mão, na opinião do consultor Sérgio Molinari, da Food Consulting. "Ela ficou muito tempo parada e agora está fazendo o que todas as outras também estão", diz. "As redes de alimentação não podem cogitar ficar sem crescer, ou perderão mercado e dinheiro."

Com o modelo de expansão que adotou no Brasil, diz Larrea, a crise está afetando menos a companhia por dois motivos: os clientes que buscam uma refeição mais barata têm migrado do restaurante para a praça de alimentação de shopping, ao mesmo tempo em que os contratos de aluguel nos centros comerciais também estão mais flexíveis.

Hoje, a operação brasileira da Yum! Brands, com Pizza Hut e KFC, que ainda não deslanchou, representa menos de 1% do faturamento da companhia. No passado, a empresa registrou receita de US$ 13,2 bilhões – quase metade vem da China, onde, há um ano, a Yum! se envolveu num escândalo de segurança alimentar.

O episódio afetou os resultados da companhia no fim de 2014, mas os investidores já começaram a fazer as pazes com a empresa. Os mercados com maior potencial de crescimento do grupo são o indiano e o brasileiro, nesta ordem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Fonte: PEGN
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Em 11/09/2015, postado em: Geral por

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Murdoch compra National Geographic Magazine por US$ 725 mi

Washington – A companhia 21st Century Fox, parte do conglomerado do magnata australiano <a href="http://www.exame.com.br/topicos/rupert-murdoch"><strong>Rupert Murdoch</strong></a>, adquiriu a revista National Geographic Magazine por US$ 725 milhões.

Com a aquisição, a National Geographic Society, com sede em Washington e uma história de quase 130 anos, receberá uma grande injeção de fundos em troca de ceder o controle de sua publicação mais importante.

A partir de agora, o grupo <a href="http://www.exame.com.br/topicos/fox"><strong>Fox</strong></a> controlará 73% da revista, livros, mapas e outros meios da National Geographic. Também administrará canais de televisão e conteúdos digitais da National Geographic, que estava sofrendo financeiramente pela necessidade de investimentos para se adaptar à era do jornalismo digital e à internet.

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A versão em papel da revista da National Geographic tinha uma distribuição de 12 milhões de exemplares só nos Estados Unidos nos anos 80. Atualmente, são 3,5 milhões de assinantes americanos e outros 3 milhões fora do país.

Em uma reunião interna para explicar a operação, o diretor-executivo da instituição, Gary Knell, disse que continuar funcionando como um meio de comunicação obrigava a companhia a duros esforços financeiros e apresentava "um enorme risco existencial" para a sociedade de pesquisa e divulgação científica.

Desde 1997, os canais de televisão a cabo da National Geographic estavam sendo operados em conjunto com a Fox, e os lucros não pararam de crescer, até US$ 400 milhões no ano passado.

A revista da National Geographic, um ícone centenário da divulgação científica e que dependia de uma sociedade sem fins lucrativos, agora é comandada por um conglomerador internacional de comunicação em busca do lucro.

A mudança de orientação já tinha sido criticada por funcionários da National Geographic, que afirmavam que certos conteúdos televisivos com a marca da empresa continham duvidosos fundamentos científicos, centrados no sensacionalismo.

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Fonte: Revista Exame.

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<img alt="Rupert Murdoch" src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/images/2011/3/25103/size_810_16_9_rupert-murdoch.jpg" />

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Em 11/09/2015, postado em: Geral por

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Grupo vencedor de leilão desiste de compra da Sulfabril, de Blumenau

<h2>Empresários terão que pagar multa de R$ 3 milhões por desistência.
Empresa têxtil está falida desde 1999 e foi arrematada por R$ 34 milhões.</h2>
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O grupo que venceu o leilão da empresa têxtil Sulfabril, de Blumenau, falida desde 1999, desistiu do negócio. Quando <a href="http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2015/09/bens-e-marca-textil-sulfabril-de-blumenau-sao-vendidos-em-leilao.html" target="_blank">arremataram na última terça-feira (1º)</a>, eles ofereçaram R$ 34.638 milhões pela fábrica, equipamentos e marca da empresa. Conforme o RBS Notícias, os empresários não apresentaram uma justificativa para a desistência e vão ter que pagar uma multa de R$ 3 millhões.

Será chamado o grupo NSA Invest, que ofereceu o segundo maior lance, de R$ 34.100 milhões, para assumir a companhia. Ela já disseram à empresa que tem interesse em assumir a fábrica.

<strong>Leilão</strong>
Quatro lotes de bens remanescentes da empresa têxtil Sulfabril, de Blumenau, falida desde 1999, foram leiloados na última terça-feira (1º) no fórum da cidade do Vale do Itajaí. No total, as negociações renderam R$ 40,788 milhões.

O leilão ocorreu na 1ª Vara Cível de Blumenau. O maior lote foi arrematado após quatro lances, por R$ 34.638 milhões. Ele estava avaliado em R$ 131.782.829,61 e teve como lance inicial R$ 33.138 milhões.

O grupo que desistiu era formado por investidores brasileiros, que arremataram a marca Sulfabril, o prédio principal da fábrica – a matriz -, maquinário, veículos, móveis e 22 terrenos, segundo o descrito no site do leilão, que foi feito presencial e online. Parte dos vencedores do leilão pretende reativar a empresa, mas esta questão ainda não está definida, conforme a reportagem da RBS TV.

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A venda foi autorizada pela Justiça e o pagamento deve ser feito em 72 parcelas. Outros três lotes menores também foram leiloados. Neles, estavam incluídos imóveis, equipamentos e terrenos. No total, foram arrematados por R$ 6,150 milhões.

<strong>Dívidas trabalhistas</strong>
O valor total do leilão seria usado para pagar dívidas trabalhistas para cerca de 3 mil funcionários. O repasse dos valores devidos deve ser definido pela Justiça.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem de Blumenau (Sintrafite), os débitos trabalhistas da empresa somavam R$ 50 milhões na época da falência.

De acordo com o Sintrafite, o último leilão de bens da empresa ocorreu no último dia 14 de agosto, também no Fórum de Blumenau. Na ocasião, o lote 17 foi vendido com quatro empilhadeiras, duas baterias e um carregador de bateria por R$ 46.647,13.

<strong>História </strong>
A organização iniciou atividades em Blumenau, em 1947, e já foi uma das maiores empresas do ramo têxtil do Vale do Itajaí. O auge ocorreu entre as décadas de 1970 e 1980, quando chegou a ter aproximadamente 5 mil funcionários. Na década de 1990, a empresa passou a enfrentar a concorrência internacional e, com ela, veio a crise financeira devido ao endividamento junto a instituições bancárias. A falência foi decretada em 1999.

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Fonte: G1.globo.com

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Em 09/09/2015, postado em: Geral por

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Chilenas desenvolvem dispositivo que usa planta para carregar celular

Nada de tomadas. Em um futuro próximo, talvez você recorra a um vaso de plantas para carregar seu celular ou seu tablet.

Chamado "E-Kaia", um dispositivo criado por três jovens engenheiras do Chile só precisa de uma planta bem cuidada para obter energia suficiente para recarregar baterias e vem sendo considerado uma alternativa sustentável aos usuários de smartphones e tablets.

Por mais inverossímil que pareça, na prática, é preciso "ligar" o dispositivo enterrando-o em um vaso ou canteiro.

Como o E-Kaia ainda está em processo de registro de patente, suas criadoras não revelam muitos detalhes de seu funcionamento.
<h2>Segredos</h2>
Mas mesmo com tantos segredos, a engenheira industrial Carolina Guerrero, a engenheira de computação Camila Rupish e a engenheira eletrônica Evelyn Aravena conseguiram provar a eficiência das invenção delas.

O mecanismo funciona como um circuito que gera cinco volts e 600 miliamperes e se conecta ao celular ou o tablet por meio de um cabo USB.

Durante o processo de fotossíntese, a planta produz matéria orgânica que transforma energia da luz em energia química. Ao redor das raízes, os micro-organismos se encarregam de processar essa energia que a planta utiliza para crescer e também para gerar elétrons como produtos secundários.

<figure><img alt="" src="http://ichef.bbci.co.uk/news/ws/624/amz/worldservice/live/assets/images/2015/09/01/150901143717_cargador_celular_planta_creadoras_624x351_ekaia.jpg" width="624" height="351" />Image copyrightEKaia<figcaption>Image captionA criadoras do E-Kaia, Carolina Guerrero, Camila Rupcich e Evelyn Aravena, que foram premiadas em 2014</figcaption></figure>O dispositivo captura os elétrons que a planta não precisa – e por isso ela não é afetada – para gerar a energia que o equipamento precisa.

Isso permite que em uma hora e meia seja possível dar uma carga completa em um celular ou em um tablet.

Evelyn Aravena afirmou à imprensa local que "a ideia agora é deixar o dispositivo mais bonito, para torná-lo mais comercializável e também para que fosse portátil e resistente".
<h2>Estudantes</h2>
A ideia nasceu em 2009, quando as três estavam na universidade. Com o projeto, elas ganharam um prêmio de inovação do governo chileno, em 2014. E também foram semifinalistas no concurso The International Business Model Competition, organizado por universidades de ponta americanas, como Harvard e Stanford.

Neste ano, elas ganharam outro prêmio e um respaldo financeiro de um órgão do governo chileno para criarem o protótipo.

Há outras iniciativas similares no mundo. Na Holanda, um projeto usa o mesmo conceito, mas em uma escala distinta.

A Plant-e usa amplas áreas plantadas como fonte de energia limpa. Sua co-fundadora, Marjolein Helder, diz que estamos prestes a entrar a uma verdadeira revolução com esse tipo de energia.

<figure><img alt="" src="http://ichef.bbci.co.uk/news/ws/624/amz/worldservice/live/assets/images/2015/07/15/150715153149_recargar_bateria_celulares_conectado_mujer_624x351_getty.jpg" width="624" height="351" />Image copyrightGetty<figcaption>Image captionDesafio agora é conseguir baratear o custo do dispositivo e seu preço se aproxime dos carregadores atuais</figcaption></figure>O projeto holandês também absorve os elétrons e os transfere para um dispositivo, que é ligado ao celular ou tablet. Segundo Helder, com 1 metro quadrado de jardim pode-se produzir 28 quilowatts/hora em um ano.

Baseado em dados de consumo médio de um lar americano, seriam necessários 372 metros quadrados de área verde para fornecer energia a uma casa.

Agora, Plant-e quer implementar seu processo de geração de eletricidade não só em terra firme, mas também em pântanos e plantações de arroz.
<h2>Custos</h2>
O custo de venda do carregador chileno ainda não foi calculado, mas as engenheiras já estão pesquisando materiais mais econômicos para produzi-lo. O protótipo custou US$ 504 (R$ 1.850), um valor inacessível para a maior parte desse mercado.

A ideia é dar início a uma produção pequena, para gerar recursos e, depois, realizar um projeto em grande escala.

Mas até lá, você já pode olhar vasos de plantas com outros olhos.

Fonte: bbc.com

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Em 03/09/2015, postado em: Geral por

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