Apple registra patente aprofundada com sensor biométrico integrado à tela

Mesmo que a Apple não tenha sido a primeira fabricante a usar um leitor de impressões digitais em um smartphone, a gigante de Cupertino certamente foi a responsável pela popularização do método de verificação que elimina o uso de senhas, padrões e demais quebras-cabeça na validação do usuário. Entretanto, por mais que seus atuais modelos já ofereçam uma precisão admirável de reconhecimento biométrico, a empresa dos Estados Unidos está planejando melhorar ainda mais seu serviço. Pelo menos é o que uma patente bem aprofundada, certificada recentemente, sugere:

 

O documento licenciado pela Apple conta com diversos detalhes técnicos, explicando minuciosamente cada elemento da tecnologia desenvolvida por seus engenheiros, justamente para evitar que rivais copiem sua criação e lucrem indevidamente. Naturalmente, o leitor de impressões digitais de iGadgets, conhecido também como Touch ID, está em foco na papelada, recebendo funções adicionais para facilitar ainda mais a interação do usuário com o iOS, envolvendo implementações de segurança, gestos e até uma novidade específica para jogos e demais entretenimentos.
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Para games, a <em>Maçã </em>patenteou um sistema capaz de reconhecer a intensidade e o movimento do dedo sobre a superfície em cargo de realizar a identificação biométrica. Desta forma, os jogadores teriam a capacidade de controlar a força e a direção em que arremessariam a flecha em um desafio de arco, por exemplo. Além disso, o sensor demonstrado nos desenhos serve de scroll no iOS, ou seja, basta deslizar a mão no componente para descer ou subir a visualização, tornando a tarefa de ler um longo texto mais rápida na plataforma, por exemplo.

Finalizando, ainda há um leitor de impressões digitais integrado ao display, removendo a obrigatoriedade de uma parte interna física para receber as informações corporais do usuário, realizando a verificação diretamente no painel do aparelho. Apesar de várias funções terem sido adicionadas, a companhia ainda foi capaz de aperfeiçoar a segurança da identificação, usando o sensor acoplado ao display junto à criação de padrões de movimento a fim de dificultar incrivelmente o acesso à interface do produto. Infelizmente, a existência do documento não significa que o iPhone 6s ou qualquer outro conte com as novidades.

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<div id="adv_fondo_post"> Fonte: tudocelular<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/05/id126581.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1220" alt="id126581" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/05/id126581.jpg" width="660" height="436" /></a></div>

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Em 18/05/2015, postado em: Geral por

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Bauducco lança franquias de até R$ 500 mil

Desde que inaugurou a primeira Casa Bauducco, em outubro de 2012, a empresa não parou de ser procurada tanto por pessoas interessadas em abrir uma unidade quanto por shoppings com as portas abertas para o modelo de negócio proposto.

Agora, com a operação testada e cinco lojas próprias funcionando, a Bauducco vai selecionar os primeiros cinco empreendedores franqueados da rede. Os primeiros selecionados vão fazer parte de um projeto-piloto na Grande São Paulo com a abertura das lojas prevista para agosto. Depois de um ano de experiência com as primeiras franquias, a empresa pretende intensificar a expansão e chegar a 50 unidades em 2017.

O potencial do negócio é estimado em 300 unidades. Até agora, a empresa já investiu R$ 10 milhões no projeto, incluindo uma fábrica para produção dos produtos oferecidos para o consumidor.

A Casa Bauducco é uma mistura de cafeteria e empório, onde são comercializados os produtos ‘premium’ da marca e um dos diferenciais é a venda de uma fatia de panetone aquecida com canela e açúcar.

De acordo com o diretor da casa Bauducco, Paulo Cardamone, a empresa enxergou no modelo a possibilidade de voltar a trabalhar um conceito que tinha tudo a ver com a origem da empresa: estreitar o relacionamento direto com os clientes a partir da oferta de produtos feitos de maneira mais artesanal. As lojas tem entre 44 e 55 metros quadrados e podem ser instaladas em shoppings, centros comerciais e eventualmente na rua.

O investimento inicial varia de R$ 430 mil a R$ 500 mil, incluindo a taxa de franquia, com retorno previsto entre 24 e 36 meses. O faturamento médio é de R$ 100 mil a R$ 150 mil por mês. “Nesse momento, buscamos pessoas com experiência no varejo para que o primeiro momento de consolidação do modelo seja feito a quatro mãos. O franqueado já parte de algo que está no dia a dia das pessoas e com toda estrutura que a Bauducco tem. Essa é uma vantagem”, defende Cardamone.

O diretor destaca que esse primeiro grupo terá uma condição diferenciada. “Só temos cinco lojas próprias. Diferentemente de outras redes que têm muitas unidades e as oportunidades ficam escassas”, diz.

Alternativa

A Bauducco não é a única a apostar no segmento. Na linha de franquias de cafeteria com loja, a marca Havanna opera com um modelo que exige investimento inicial de R$ 270 mil, com faturamento médio mensal de R$ 150 mil e lucro de 10%.

Além desse modelo de operação, a rede trabalha com o quiosque com produtos secos e o formato chamado de café quiosque. A marca chegou ao Brasil há sete anos e até o fim do ano passado atuava apenas com lojas próprias. “Fizemos um estudo de quase um ano e um planejamento para abertura de franquias. Em cinco anos, pretendemos chegar a 320 pontos”, diz a diretora da Havana no Brasil, Conceição Cunha.

Ao longo dos últimos anos, a empresa já recebeu quase 2,2 mil pedidos de franquias. “Nossa captação é quase 100% via site. Buscamos pessoas que realmente vão cuidar da operação”, afirma Conceição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: PEGNbauducco_1

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Em 28/04/2015, postado em: Geral por

SBT faz propaganda parabenizando a Rede Globo

São Paulo – O <a href="http://www.exame.com.br/topicos/sbt"><strong>SBT</strong></a> resolveu deixar a rivalidade de lado e, ao menos por alguns segundos, investir em seu lado fofo.

A emissora de Silvio Santos movimentou as redes sociais ontem (22) depois de publicar um anúncio, na revista "Meio &amp; Mensagem", onde homenageava a <a href="http://www.exame.com.br/topicos/rede-globo"><strong>Rede Globo</strong></a> pelo seu aniversário de 50 anos.

O anúncio de uma página dizia "Parabéns Rede Globo pelos seus 50 anos". Claro que o SBT deu o seu toque: colocou cinco cupcakes, com velas de aniversário, cada um com as cores da sua própria logo.

Vários famosos comentaram a atitude inusitada da emissora, afinal, ela gastou dinheiro com a própria rival.

Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos e empregada da emissora, escreveu no Instagram: "Quando falo que amo o que faço; trabalhar no #SBT é por esse e outros motivos. O que aprendi dentro de casa é o que vivo no meu trabalho: dignidade, igualdade, respeito, amabilidade, valorização e saber que no mundo tem espaço pra todos… Por isso digo do meu mestre, amigo, exemplo de ser humano, PAI, que tenho muito ORGULHO por ter nos dados os melhores exemplos".

Já o ator Tiago Abravanel, neto de Silvio e contratado da TV Globo, comentou no Twitter: "Tenho muito orgulho de fazer parte dessas duas Famílias! Sou um cara abençoado. Parabéns #Globo50anos e Vô você é D+".

A apresentadora Eliana escreveu: "Que orgulho de ver uma atitude tão nobre, como essa. Parabéns SBT! Parabéns Rede Globo, pelos 50 anos!".

A campanha foi criada pela <a href="http://www.exame.com.br/topicos/publicis"><strong>Publicis</strong></a>.

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Fonte: Revista Exame.<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/04/size_810_16_9_sbt-globo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1212" alt="size_810_16_9_sbt-globo" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/04/size_810_16_9_sbt-globo.jpg" width="810" height="455" /></a>

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Em 28/04/2015, postado em: Geral por

Amigos criam franquia especializada em omeletes e faturam R$ 3,5 milhões

Omelete com presunto e queijo era o prato que Anderson Romero, 37 anos, escolhia quase todos os dias no jantar. “Eu tinha costume de comer isso todas as noites em uma padaria próxima de onde morava. Pedi para o chapeiro colocar outros sabores e, quando ele me falou que só tinha presunto e queijo, me surgiu a ideia de criar um negócio de omeletes”, conta Romero.

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A primeira unidade da Homelete – assim mesmo, com H – foi aberta em setembro de 2013. Romero e o amigo Rogério de Carvalho, 41 anos, investiram R$ 400 mil para criar o negócio. Hoje, as quatro unidades abertas faturam R$ 3,5 milhões.

Com 30 sabores no cardápio, a loja fatura, em média, R$ 100 mil ao mês, com lucro entre 10% e 12%. “Três meses depois da abertura, um investidor viu e achou interessante a ideia. Vimos que existia essa possibilidade de expandir e buscamos uma agência de comunicação para desenhar a marca e o nosso personagem”, diz Romero.

Depois de duas lojas para investidores, surgiu a oportunidade de montar uma nova unidade no shopping Cidade Jardim, em São Paulo. “E montamos mais uma loja própria”, afirma. Agora, a rede começa oficialmente a busca por novos franqueados para expandir. A expectativa é fechar 2015 com dez unidades. “Buscamos novos investidores para superar o faturamento de R$ 10 milhões neste ano”.

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Além do investimento nas lojas, os sócios criaram uma distribuidora de alimentos para manter o padrão de todos os recheios. “Quando montamos a segunda loja, percebemos que seria necessária uma padronização e já abrimos uma distribuidora para produzir todos os recheios. Estamos terminando a construção dessa indústria no centro de São Paulo”, diz.

Segundo Romero, um dos acertos da franquia foi criar uma linha fitness, de omeletes feitas apenas com clara de ovo, e instalar as lojas perto de academias. “30% dos clientes que pedem a linha fitness são alunos ou professores de academias”, diz. Hoje, o ticket médio das lojas é de R$ 25.

Uma loja padrão exige capital inicial de R$ 350 mil, com faturamento médio mensal de R$ 100 mil. Mais informações sobre a Homelete podem ser encontradas na página da rede no nosso <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/homelete/" target="_blank">canal de franquias</a></strong>.

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Fonte: PEGN<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/04/homelete3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1206" alt="homelete3" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/04/homelete3.jpg" width="620" height="345" /></a>

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Em 08/04/2015, postado em: Geral por

Google registra patente que prevê criação de robôs com personalidade humana

Não é novidade que o <a href="http://canaltech.com.br/noticia/robo/google-registra-patente-que-preve-criacao-de-robos-com-personalidade-humana-38685/canaltech.com.br/tag/Google/" target="_blank">Google </a>vem trabalhando com <a href="http://canaltech.com.br/tag/Robo/" target="_blank">robôs </a>para diversas finalidades. Dessa vez, no entanto, a empresa quer ir além e criar máquinas com "pensamentos" parecidos com o das pessoas. Aparentemente, a ideia da empresa é que as criações possam ter sua personalidade customizada para cada pessoa e, em um futuro mais distante, possam criar a habilidade de se adequarem às suas próprias personalidades.

Tudo isso está previsto em uma patente de 2012 registrada pela empresa no inicio desta semana. No documento, a empresa diz que o projeto prevê "métodos e sistemas para robôs e interação entre usuários que serão oferecidos para gerar a personalidade do robô".

A patente ainda afirma que um robô poderá acessar os aparelhos pessoais de um usuário para não só determinar, mas também identificar informações sobre ele. "O robô poderá ser

configurado para se adequar à personalidade e interagir com o usuário se baseando em informações prévias", diz o documento.

O Google também acredita que os robôs poderão identificar os humanos usando reconhecimento facial ou de voz, configurando as suas personalidades para combinar com as preferências de uma pessoa. Uma das expectativas é que a personalidade e customização possam ser transferidas entre as máquinas, assim como informações armazenadas por meio da nuvem.

Um dos objetivos do Google é desenvolver a tecnologia para robôs que prestam serviços, criando máquinas que possam interagir melhor com idosos, crianças e pacientes de hospitais.

Patrick Moorhead, analista da companhia Insights &amp; Strategy, diz que a ideia é útil e assustadora. "Para idosos ou assistentes pessoais, este tipo de tecnologia pode ser muito útil, possibilitando compreensões sobre humor e expressões. Eu acredito que quando feito certo, um robô com personalidade poderá fazer com que humanos se sintam  mais confortáveis", diz.

Recentemente, o Google lançou o <a href="http://canaltech.com.br/noticia/google/Novo-robo-do-Google-inspirado-em-animais-e-mais-agil-e-equilibrado/">Spot</a>, um modelo de robô inspirado em animais, que é resultado da compra da empresa de robótica Boston Dynamics, em 2013.

<em></em><img class="alignnone size-full wp-image-1199" alt="16878.30266-Google" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2015/04/16878.30266-Google.jpg" width="665" height="230" />
Fonte: Canaltech.com.br

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Em 08/04/2015, postado em: Geral por

Empreendedores gaúchos criam marca de pipoca gourmet

<h2>Com sete lojas e dois pontos de venda, Gourmet Popcorn vende 20 mil pacotes de pipoca por mês.</h2>
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Em uma viagem aos Estados Unidos em 2009, o empresário Marcos Valério dos Santos, 47 anos, conheceu a pipoca gourmet. O produto, diferentemente das tradicionais pipocas de cinema ou micro-ondas, apresentava uma infinidade de sabores e coberturas doces e salgadas. A ideia chamou a atenção de Santos que, junto com seu amigo e sócio Rafael Peccin, 33 anos, trouxe a ideia para o Brasil. Em 2010, a dupla abriu a primeira unidade da <a href="http://gourmetpopcorn.com.br/wordpress/">Gourmet Popcorn </a>em Gramado (RS). Hoje, a empresa vende uma média de 20 mil pacotes de pipoca por mês.

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Depois da concretização da ideia, Santos e Peccin passaram um ano desenvolvendo a marca e os sabores, até abrirem a loja em Gramado. Na época, o investimento inicial dos empresários foi de R$ 100 mil. “O conceito foi inspirado lá fora, mas os sabores foram repensados ao paladar brasileiro”, afirma Peccin. Além dos tradicionais natural e manteiga, a Gourmet Popcorn trabalha com outras dez opções: caramelo, caramelo com castanhas de caju, cheddar, chocolate, doce de leite com coco, parmesão, canela cristalizada, pé de moleque, doce de leite e algodão doce.

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Para diferenciar a Gourmet Popcorn no mercado, Santos e Peccin criaram uma marca alegre e colorida. Além da imagem, os empresários se preocuparam com a durabilidade do produto que, dentro da lata, tem validade de um mês. “Nossa ideia é mudar a forma que o brasileiro consome pipoca, que pode ser um alimento para qualquer hora do dia”, diz Pecci.

Após dois anos do início da operação em Gramado, os empresários abriram a segunda unidade em um shopping de Porto Alegre. Atualmente, a marca tem sete unidades, entre lojas e quiosques, sendo cinco na capital do estado, uma em Gramado e uma em Novo Hamburgo. Além destas, a Gourmet Popcorn tem dois pontos de venda: um também em Gramado e outro em Canela. Este último é um Calhambeque que funciona em um parque de diversões como carrinho de pipoca.

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Segundo Peccin, a marca vive um momento especial: o desenvolvimento do primeiro produto para varejo e a adesão do sistema de franquias. “Criamos uma parceria com uma tradicional loja de chocolates caseiros e, em breve, o varejo vai vender a pipoca da Gourmet Popcorn coberta com o tradicional chocolate de Gramado”, diz. Já sobre as franquias, o empreendedor afirma que a expansão já começou e, no primeiro semestre de 2015, São Paulo receberá a primeira unidade da Gourmet Popcorn.

A marca trabalha com três tipos de embalagem: os pacotinhos de plástico, o balde e as latas que, neste momento, estão sendo personalizadas para o Natal. O preço da pipoca varia de R$ 8 a R$ 33.

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<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/10/gramado.jpg"><img class="size-full wp-image-1185 aligncenter" alt="gramado" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/10/gramado.jpg" width="620" height="345" /></a>

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Em 27/10/2014, postado em: Geral por

PLÁGIO

<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/10/plagio.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1181" alt="plagio" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/10/plagio.png" width="480" height="480" /></a>

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Em 27/10/2014, postado em: Geral por

Relacionamento com marcas ainda é visto com desconfiança

São Paulo – O estudo anual brandshare, da Edelman, em sua segunda edição, mostra que as <a href="http://www.exame.com.br/topicos/marcas"><strong>marcas</strong></a> não estão conseguindo criar relações mutuamente benéficas com os <a href="http://www.exame.com.br/topicos/consumidores"><strong>consumidores</strong></a>.

Dois terços (66%) acreditam que esses relacionamentos são unilaterais e de valor limitado, enquanto a grande maioria (70%) dos consumidores globais acredita que a única razão pela qual as marcas se relacionam com eles é um desejo egocêntrico por aumento de lucro. No Brasil, o cenário se confirma.

O estudo mostrou que 87% das pessoas em 12 países, entre eles Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Holanda, Índia, Japão, México, Reino Unido e Estados Unidos, buscam interações significativas com as marcas, mas apenas 17% acreditam que elas fazem isso corretamente.

"Os consumidores estão compartilhando conteúdos das marcas e suas informações pessoais, adquirindo produtos, recomendando, defendendo marcas, mas sentem que não estão ganhando muito em troca", acredita Daniela Schmitz, líder de Engajamento para Marketing na Edelman Significa. "As expectativas dos consumidores em relação às marcas cresceram muito e as pessoas esperam mais dessas interações."

O estudo revela que para estimular ações positivas as marcas agora precisam atender a três tipos de necessidades dos consumidores: racional, emocional e social.

Os comportamentos que mais tendem a estimular o consumidor a comprar, recomendar e defender uma marca são aqueles mais fortemente relacionados à combinação de suas necessidades emocionais e racionais. Isso foi confirmado em todos países pesquisados.

As pessoas estão buscando maior capacidade de resposta, participação e envolvimento das marcas. A grande maioria dos brasileiros (87%), por exemplo, acredita ser importante as marcas responderem rapidamente a suas preocupações e reclamações, enquanto 84% querem que as marcas falem de maneira aberta e transparente sobre suas cadeias de produção e 67% querem participar dos seus processos de desenvolvimento e aprimoramento.

Os números no Brasil, em geral, mostram-se superiores às médias globais, demonstrando a alta expectativa dos brasileiros em relação às marcas.

As necessidades sociais, apontadas pelo estudo como um novo tipo de necessidade do consumidor, vão além das definições tradicionais de responsabilidade social corporativa e sustentabilidade.

As marcas precisam compartilhar suas convicções e assegurar que os consumidores enxerguem seus propósitos e visões de futuro, além do fato de que elas estão usando recursos próprios para estimular mudanças no mundo. Ir ao encontro das necessidades sociais potencializa os resultados atingidos por meio do comportamento das marcas, e aumenta a probabilidade de os consumidores dividirem informações pessoais e compartilharem conteúdos da marca.

Quando os três tipos de necessidade são atendidos simultaneamente, no Brasil ocorre um aumento médio de 9% nas ações dos consumidores relacionadas à compra, recomendação (11%), defesa (12%), compartilhamento de informações pessoais (12%) e compartilhamento de conteúdos da marca (14%).

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Fonte: Revista Exame.<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/10/varias-marcas.jpg"><img class="size-full wp-image-1178 aligncenter" alt="varias marcas" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/10/varias-marcas.jpg" width="275" height="183" /></a>

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Em 27/10/2014, postado em: Geral por

STJ nega à Ambev exclusividade da expressão “número 1” para cerveja Brahma

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que a Cervejaria Der Braumeister Paulista pode continuar a usar a expressão “número 1” em seu produto. Por maioria, a corte entendeu que a empresa não teve a pretensão de usurpar a clientela da cerveja Brahma, da Ambev.

Para o relator, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, a expressão “número 1” funciona como um qualificativo de produto ou serviço, à semelhança de “a melhor, a preferida, a mais consumida” — expressões que “não se submetem a registro por serem de uso comum, especialmente quando não se distinguem por caracteres gráficos especiais”.

A Ambev ajuizou ação de indenização contra a Der Braumeister alegando concorrência desleal por causa do<em>slogan</em> “cervejaria número 1 de São Paulo”. Disse ter havido apropriação indevida da expressão “número 1”, da qual seria detentora exclusiva, pois identifica seu produto — cerveja Brahma — em âmbito nacional.

Apontou também a utilização indevida de logomarca semelhante à sua na apresentação do produto concorrente. Segundo a Ambev, são registradas as expressões “Brahma Chopp, a cerveja número 1” (desde 1993) e “Brahma, a número 1” (desde 1992), além do sinal referente à marca Brahma Chopp e seus elementos constitutivos (desde 1992).

<strong>Logomarcas</strong>
O juízo de primeiro grau não acolheu o pedido. Considerou que os elementos indicados pela Ambev, por si sós, não revelam confusão entre os nomes.

“A disposição dos nomes é absolutamente diferente, e o desenho de espigas de trigo é feito de forma a não induzir semelhança, não se podendo concluir que a simples inclusão de tal desenho seja entendida como violadora dos direitos de propriedade industrial”, afirmou a sentença.

O Tribunal de Justiça de São Paulo modificou a decisão ao concluir que a Cervejaria Der Braumeister apresenta seu produto com elementos semelhantes à logomarca da Brahma e que seu material de divulgação traz um <em>slogan</em> que também se confunde com a publicidade da Ambev.

No STJ, a Der Braumeister sustentou que a expressão “número 1” é genérica ou de domínio público, e que a Ambev assumiu o risco de utilizar em suas campanhas uma expressão da qual, isoladamente, ninguém pode se apropriar. Ela rechaçou a acusação de concorrência desleal, alegando que há muito tempo utiliza a expressão sem oposição da Ambev e que os produtos convivem pacificamente.

A Ambev afirmou que, apesar de os sinais e expressões de propaganda não mais serem objeto de registro, ainda recebem proteção com base na Lei de Propriedade Industrial.

<strong>Expressão publicitária</strong>
Em seu voto, o ministro Sanseverino destacou que a semelhança verificada pelo TJ-SP no que se refere às logomarcas não é forte o bastante para configurar concorrência desleal, artifício para apropriação de clientela ou motivo de confusão no mercado consumidor.

De acordo com o ministro, a identidade apontada se limita a uma faixa vermelha, o que não é suficiente para gerar confusão, seja porque os nomes são diferentes, seja porque a Der Braumeister é uma choperia/restaurante e não apenas uma produtora de bebidas.

Quanto à expressão “número 1”, Sanseverino ressaltou que a Lei 9.279/1996, ao listar as situações não sujeitas à possibilidade de registro como marca, expressamente mencionou as expressões publicitárias.

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<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/10/brahma.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1174" alt="brahma" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/10/brahma.jpg" width="699" height="420" /></a>

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“A locução ‘cerveja número 1’ nada mais é do que expressão meramente publicitária, largamente utilizada pela Brahma, bem verdade, mas que hoje não se sujeita a registro e, assim, não permite que o seu uso seja tornado exclusivo”, concluiu.

O relator afirmou ainda que a propagação publicitária pela Der Braumeister da expressão "cervejaria número 1 de São Paulo", por se tratar de serviço que engloba o ramo de alimentação/restaurante, não procura açambarcar de forma desleal a clientela da Brahma. <em>Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.</em>

<strong>REsp 1.341.029</strong>

Fonte: Conjur

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Em 27/10/2014, postado em: Geral por

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Rede de fast-food com toque nordestino traça expansão no Sudeste

<h2>Criada no Ceará, a Bebelu Sanduíches planeja atingir 100 unidades até o fim de 2015</h2>
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O conceito de fast-food não tem muitas características brasileiras. Uma das poucas é a inclusão do guaraná no cardápio. Fora a bebida, não há muito espaço para a inovação – as redes não fogem muito dos hambúrgueres, batatas, refrigerantes e milk-shakes. No entanto, uma empresa criada há 28 anos no Ceará aposta na inclusão de um sabor nordestino nos lanches: a Bebelu Sanduíches, rede com 67 unidades em 14 estados. O plano da <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Franquias/index.html">franquia</a></strong> é ficar mais conhecida no Sul e no Sudeste nos próximos anos e conquistar a centésima unidade em 2015.
<div>A primeira unidade da rede foi fundada em 1986, em Fortaleza, e tinha um nome diferente do atual. Em seus primeiros 13 anos, a empresa se chamava Babalu Sanduíches. O nome remetia ao apelido de Dernier Pessoa Rios, fundador do negócio. No fim da década de 1990, já com algumas unidades em funcionamento, o nome foi mudado para Bebelu, pois o original já havia sido registrado por outros empreendedores. Em 2004, o fundador vendeu metade do negócio para Rony Ximenes, que assumiu a responsabilidade de franquear o negócio e reestruturar processos administrativos. Em 2010, após a morte de Rios em um acidente de ultraleve, Ximenes se transformou no principal nome da Bebelu.</div>
<div><img title="Sanduíches com carne de sol e queijo coalho, filé e abacaxi e hambúrguer de carneiro (Foto: Divulgação)" alt="Sanduíches com carne de sol e queijo coalho, filé e abacaxi e hambúrguer de carneiro (Foto: Divulgação)" src="http://s2.glbimg.com/QLr7l8YacKihnAm0NLDLw13sEPI=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2014/09/08/page.jpg" width="620" height="600" /></div>
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<div><label>Sanduíches com carne de sol e queijo coalho, filé e abacaxi e hambúrguer de carneiro (Foto: Divulgação)</label></div>
O cardápio da Bebelu tem alguns diferenciais em relação à concorrência. Os sanduíches da empresa levam ingredientes pouco convencionais, como pão árabe e filés. Outros têm sabores nordestinos, como carne de sol e de carneiro, queijo prato e mandioca. A influência regional também está nas bebidas: os restaurantes vendem sucos com frutas típicas do Nordeste, como cajá, acerola e graviola.

Segundo Ximenes, as unidades oferecem sanduíches maiores que os da concorrência. "Temos opções com o dobro de tamanho dos lanches de outras redes. A economia para o cliente da Bebelu é de, em média, 40%", afirma. O público-alvo da rede pertence às classes B e C.
<div>Nos primeiros anos após virar sócio, segundo Ximenes, a expansão foi mais tímida. Ele lista duas razões para isso: a falta de informação dos empreendedores sobre o franchising e a rejeição da Bebelu no Sul e no Sudeste. "Percebemos que o brasileiro era muito criativo e, por isso, não se adaptava muito bem ao setor de franquias, que exige padronização. Além disso, era mais difícil entrar em estados fora do Nordeste. No entanto, essa situação vem mudando", diz o empreendedor.</div>
Até o fim do ano, a Bebelu deve abrir mais 10 lojas – todas elas estão em processo final de implantação. Para 2015, a meta é inaugurar outras 25 e superar as 100 unidades. No entanto, de acordo com Ximenes, é possível que a empresa consiga até 40 operações no ano que vem. O empreendedor diz que o foco da Bebelu está nas capitais do Sul e do Sudeste, mas que não descarta interessados de cidades do interior. "O objetivo principal é mostrar que uma empresa nordestina pode vencer em outras regiões."

O custo de uma unidade da Bebelu Sanduíches começa em R$ 300 mil. Mas, dependendo do tamanho do ponto comercial, o investimento pode chegar a R$ 500 mil. O prazo mínimo do retorno do investimento é de 18 meses. Mais informações na página da Bebelu no nosso <a href="http://revistapegn.globo.com/franquias/bebelu-sanduiches/"><strong>canal de franquias</strong></a>.

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Fonte: PEGN

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Em 09/09/2014, postado em: Geral por

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