Baked Potato renova identidade de marca

<h2>A rede de fast food de batatas assadas teve mudança do slogan de "A batata de bom gosto" para "A batata para todos os momentos"</h2>
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São Paulo – A Baked Potato, rede de <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/fast-food">fast food</a></strong> de batatas assadas, completa 30 anos este ano anuncia o fim do processo de renovação a <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/marcas">marca</a></strong>.<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/09/size_590_loja-baked-potato.jpg"><img class="size-full wp-image-1164 aligncenter" alt="size_590_loja-baked-potato" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/09/size_590_loja-baked-potato.jpg" width="590" height="442" /></a>

O projeto, que teve início em 2013, contou com a mudança da linguagem visual das unidades, campanha e linha direcionada para o público infantil, aumento do mix de produtos, site mais interativo e a mudança do slogan de "A batata de bom gosto" para "A batata para todos os momentos".

As lojas ganharam novo layout, mais moderno, com materiais de comunicação atuais e com paineis de vídeo, que mostram as novidades no cardápio e também promoções.

Quando foram inauguradas, tinham a cor amarela nos balcões, os fornos com as batatas e réchauds ficavam mais aparentes e os painéis com as comunicações eram estáticos.

Ainda neste ano, será lançada a linha infantil, com cardápio especial sob medida e material gráfico pensado exclusivamente para este público.

Para comer, os pequenos contam com o Nhoque Kids (com molho bolonhesa, calabresa, quatro queijos e ao sugo); Acompanhamento Kids (batata assada recheada com requeijão, acompanhada arroz e uma opção entre strogonoff de filet mignon, strogonoff de peito de frango e picadinho de carne); Baked Potato Kids; Mini Pães de Batata e Combo Kids.

Para interagir com as crianças, por meio de Facebook, Instagram, pratos, barquetas e fundos de bandeja, foram criados seis personagens.

O Batatico é o cachorrinho, mascote da turma; a Batatina é a artista, que adora pintar; a Batatamy é a mais ligada em tecnologia e a fotógrafa oficial da turma; o Batatuca, o que gosta de música; o Batatulio, que adora inventar coisas e por fim, o Batatudo, fã de esportes e aventuras.

Assim, as crianças também vão poder usar a imaginação enquanto se alimentam.

A Baked Potato apostou também no aumento das opções no cardápio.

Foram adicionadas refeições completas para aumentar a gama de sugestões para o horário do almoço e jantar, prioritariamente, como a Baked Acompanhamento, que conta com strogonoff e picadinho, por exemplo.

A Baked Salad também foi integrada a pouco tempo nesta categoria, pois inclui no mesmo prato a batata recheada com um tipo de salada.

Para o café da manhã e lanche da tarde, a rede incluiu o pão de batata integral, que se juntou ao pão de batata tradicional e aos tostex.

Motivo pelo qual o slogan foi alterado de "A batata de bom gosto" para "A batata para todos os momentos".

Para a humanização da marca, a Baked Potato atualizou o site, tornando-o mais interativo e integrado com redes sociais, como Instagram e Facebook, por exemplo.

Assim, o consumidor pode curtir e compartilhar os seus pratos preferidos, ficar por dentro das novidades, promoções e participar de enquetes.

O layout do site também mudou para se adequar ao novo posicionamento e identidade visual da marca.

Além disso, o localizador de lojas foi adaptado, assim o cliente encontra a unidade próxima mais facilmente, podendo filtrar por estado e cidade.

Foi criado também o espaço "monte sua batata", ferramenta que auxilia os clientes a conhecer todas as opções do cardápio para o café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar.

Fonte: Revista Exame.

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Em 09/09/2014, postado em: Geral por

Cade aprova operação entre Reckitt Benckiser e Johnson

Brasília – A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (<strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/cade">Cade</a></strong>) aprovou, sem restrições, ato de concentração entre Reckitt Benckiser (Brasil) Ltda. e <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/johnson-johnson">Johnson &amp; Johnson</a></strong> do Brasil Indústria e Comércio de Produtos para Saúde Ltda.

Trata-se da aquisição da totalidade dos direitos, títulos e participações aos ativos associados à marca KY, de lubrificantes íntimos, detidos atualmente pela Johnson &amp; Johnson do Brasil, para a Reckitt Benckiser.

A aprovação está presente em despacho publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 03.

Análise da Superintendência Geral do Cade verificou sobreposição horizontal na operação, relativa à atividade de produção e comercialização de lubrificantes íntimos em território nacional.

Quanto à possível integração vertical, a análise da Superintendência lembrou que a Reckitt Benckiser ingressou recentemente no mercado brasileiro com uma linha de preservativos, sob a marca Durex.

"Considerando que os lubrificantes KY e os lubrificantes utilizados em preservativos são produtos com propósitos distintos, não há, de fato, qualquer integração vertical entre as atividades conduzidas entre a Reckitt Benckiser e as linhas de produto KY no Brasil", cita a documentação.

Diante dessa análise e também considerando o crescimento do mercado, a grande quantidade de concorrentes, a existência de flexibilidade pelo lado da oferta entre os fabricantes dos diversos produtos analisados e o baixo porcentual de acréscimo proporcionado pela Reckitt Benckiser, a Superintendência Geral do Cade concluiu que os incentivos para o exercício de poder de mercado são baixos, com ausência de efeitos anticompetitivos.

Fonte: Revista Exame.

.<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/09/size_590_johnson-johnson.jpg"><img class="size-full wp-image-1160 aligncenter" alt="size_590_johnson-johnson" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/09/size_590_johnson-johnson.jpg" width="590" height="440" /></a>

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Em 09/09/2014, postado em: Geral por

Apple não consegue, na Justiça, tirar produtos da Samsung do mercado nos EUA

Em maio, um tribunal federal, na Califórnia, decidiu que alguns smartphones e tablets da Samsung violam três patentes da Apple. O júri mandou a Samsung pagar a indenização de US$ 119,6 milhões à Apple — cerca de 5,4% dos US$ 2,2 bilhões pedidos pela Apple. Porém, nesta quarta-feira (27/8), a juíza federal Lucy Koh negou à Apple seu segundo pedido à Justiça: o de proibir a Samsung de vender seus produtos no mercado americano.

A juíza justificou a negativa com o argumento de que a Apple não comprovou as alegações que deveriam sustentar seu pedido, o de que a Samsung causou danos irreparáveis à sua reputação como empresa inovadora e a seu desempenho comercial.

<a href="http://www.scribd.com/doc/237923172/Apple-Injunction-Denied-in-Second-Calif-Action">Em sua decisão</a>, a juíza escreveu: “Pesando todos os fatores, o tribunal conclui que os princípios de equidade não dão suporte a uma ordem judicial aqui. Primeiramente e o mais importante, a Apple não satisfez seu encargo de demonstrar que houve dano irreparável e de fazer a ligação entre esse dano à exploração pela Samsung de quaisquer das três patentes da Apple violadas”.

“A Apple não estabeleceu que sofreu um dano significativo na forma de perdas de vendas ou de danos a sua reputação. Além disso, a Apple não demonstrou que sofreu quaisquer dos danos alegados porque a Samsung violou suas patentes. O tribunal federal já advertiu que o demandante deve demonstrar um nexo causal entre o suposto dano (incluindo o dano à reputação) e a violação específica em questão. A Apple não demonstrou que as violações das patentes estimularam a demanda do consumidor pelos produtos concorrentes”, ela escreveu.

Para a juíza, os advogados da Apple não apresentaram qualquer prova de que as violações de patentes causaram dano a ela. “A Apple não apresentou, por exemplo, qualquer pesquisa de mercado indicando que os consumidores passaram a questionar o papel da Apple como empresa inovadora. Ou que tenham tido dificuldades de diferenciar os produtos da Samsung dos da Apple, devido à violação das patentes”, afirmou.

Segunda a juíza, embora possíveis perdas em vendas da Apple no passado são difíceis de quantificar, isso não justifica uma proibição permanente de venda de produtos da Samsung.

A Apple já ganhou duas disputas judiciais contra a Samsung nos EUA, mas, até agora, não recebeu um centavo. A Samsung recorreu contra as duas decisões. Em outro processo, a Apple foi condenada por violar uma patente da Samsung e obrigada a pagar indenização de US$ 158 mil.

De qualquer forma, as disputas judiciais entre as duas empresas no mundo parecem caminhar para um fim. No início do mês, as empresas fizeram um acordo, no qual concordaram em encerrar todas as disputas judiciais entre elas em oito países e manter apenas as que correm nos tribunais americanos, por enquanto. Com a decisão de ontem, o fim das disputas nos EUA também fica mais próxima.

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Fonte: Consultor Jurídico<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/09/images-1.jpg"><img class="size-full wp-image-1157 aligncenter" alt="images (1)" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/09/images-1.jpg" width="180" height="120" /></a>

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Em 09/09/2014, postado em: Geral por

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TRF-2 nega recurso da Gradiente por exclusividade sobre marca iPhone

<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2013/09/gradiente_iphone_apple.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1069" style="width: 520px; height: 306px;" alt="gradiente_iphone_apple" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2013/09/gradiente_iphone_apple.jpg" width="650" height="420" /></a>

Por entender que a expressão iPhone tem relação direta com os produtos da Apple, a 1ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região manteve <a href="http://www.conjur.com.br/2013-set-24/justica-retira-exclusividade-gradiente-marca-iphone-brasil" target="_blank">sentença</a> que retirou da Gradiente a exclusividade do uso da marca iPhone no Brasil. Nos termos da sentença, o registro deverá figurar como "concedido sem exclusividade sobre a palavra Iphone isoladamente".

Segundo informações do processo, a Gradiente depositou em março de 2000 o pedido de registro da marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), que foi concedido em janeiro de 2008. Em suas alegações, a Apple sustentou que, desde 1998, vem utilizando produtos identificados pela letra "i", como é o caso dos equipamentos iMac e iBook. Já a empresa brasileira afirma ter feito o pedido de depósito da marca antes de a concorrente lançar seu celular, em 2007.

Ao analisar o caso, o relator do processo no TRF-2, desembargador Paulo Espirito Santo, descartou a má-fé da Gradiente, mas lembrou que o nome iPhone foi consagrado no mercado pela Apple. O relator também chamou atenção para o fato de que mesmo após a concessão do registro pelo Inpi, em 2008, a Gradiente não lançou um <em>smartphone</em> com esse nome e que permitir seu uso sem ressalva resultaria em prejuízo para a outra indústria, que desenvolveu o produto e conquistou seu prestígio junto aos consumidores.

Afirmou ainda que o nome iPhone não pode ser registrado isoladamente no Inpi, por ter relação direta com a atividade da Apple: "No caso concreto, a expressão iPhone guarda relação direta com os produtos da parte autora (a Apple Inc.), consequentemente, a utilização do termo, isoladamente, por parte da apelante (a Gradiente) estaria induzindo o consumidor em erro sobre a natureza dos seus produtos, em desconformidade com a mens legis (o espírito da lei) que rege a Lei 9.279/96 (Lei da Propriedade Industrial)", explicou. <em>Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-2</em>.

<strong>2013.51.01.490011-0</strong>

Fonte: Consultor Jurídico.

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Em 24/06/2014, postado em: Geral por

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MARCA CRIA BRINQUEDOS IGUAIS PARA MENINOS E MENINAS

Já foi o tempo em que se comprava o carrinho para o menino e a boneca para a menina.<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/04/toys.jpg"><img class="size-full wp-image-1146 aligncenter" style="width: 442px; height: 280px;" alt="toys" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/04/toys.jpg" width="400" height="280" /></a>

Pelo menos é isso que pensa os donos da sueca Top-Toy, que quis acabar com essas divisões artificiais, criando catálogos unissex e sugerindo qualquer tipo de brinquedo para meninos e meninas.

O objetivo da Top-Toy é que a decisão de qual brinquedo queiram usar seja exclusivamente das crianças. Portanto, se uma menina quiser brincar de carrinho e um menino se divertir com um minitábua de passar roupa, a decisão cabe a eles.

Segundo o diretor de marketing da Top-Toy, Thomas Meng, a ideia é que os catálogos mostrem a verdadeira forma de brincar das crianças, e não que apresentem uma visão estereotipada delas. Segundo a empresa, a maioria dos pais tem reagido bem à nova proposta da empresa.

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PEGN.

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Em 08/04/2014, postado em: Geral por

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REDE CURITIBANA FAZ SUCESSO VENDENDO 600 MIL MINISSANDUÍCHES POR MÊS

Ele já vendeu figurinhas, frutas cultivadas no quintal da avó e participou de três startups de telefonia. Agora a aposta do gaúcho Rodrigo Miranda, 38 anos, está na venda de minissanduíches. E muitos.бизнес

Tudo começou em 2002, quando o empreendedor usou R$ 100 mil de capital inicial para montar uma cozinha e um sistema de televendas para vender sanduíches em miniatura, que viraram marca da rede <a href="http://www.vininha.xtartweb.com.br/" target="_blank">Vininha,</a> nascida em Curitiba. No começo, o crescimento andou a passos lentos e foi preciso tentar um novo canal de vendas. “Em 2006, abrimos nosso primeiro ponto, o negócio começou a deslanchar e a atrair mais clientes”, afirma.

Dois anos depois, o empreendedor abriu a segunda loja da rede em um shopping, mas a estratégia fracassou. “Não era muito a nossa cara ser uma loja típica de fast-food. As pessoas iam mais para buscar os lanches”, diz. Mas isso não freou o crescimento da rede, que em 2010 se tornou uma franquia.
Para manter suas futuras unidades abastecidas, Miranda decidiu vender 10% da rede para dois sócios investidores em 2011. Com o R$ 1 milhão obtido, abriu uma fábrica com capacidade para abastecer até 70 lojas e produzir dois milhões de minissanduíches. O menu do Vininha tem 11 variedades de sanduíches, que são vendidos em kits com valores entre R$ 18,90 (combo individual) e R$ 119,90 (combo para até 14 pessoas). A rede ainda aceita pedidos personalizados.

Se a expectativa de Miranda para este ano se concretizar, será necessário ampliar a capacidade de produção. Atualmente, a rede tem 26 franquias em operação e comercializa cerca de 600 mil minisanduíches. Ela busca franqueados em todo o Brasil, em especial em Santa Catarina, no Paraná e em São Paulo. A expectativa é fechar o ano com até 100 contratos fechados.
<div><img class="aligncenter" style="width: 486px; height: 246px;" title="Alguns dos minissanuíches vendidos pelo Vininha (Foto: Divulgação)" alt="Alguns dos minissanuíches vendidos pelo Vininha (Foto: Divulgação)" src="http://s2.glbimg.com/UIN8mgLt0_2OAAT8xjum-mXXJic=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2014/03/19/minisanduiches-vininha25.jpg" width="400" height="280" /><label>Alguns dos minissanuíches vendidos pelo Vininha (Foto: Divulgação)</label></div>
Além do modelo tradicional de franquia, para quem quer abrir uma loja da rede, o Vininha oferece uma opção para quem quer investir no negócio, mas sem abrir uma unidade. Miranda explica que esse modelo funciona como um fundo de investimento, que vende cotas de R$ 25 mil.

Quem investe recebe um retorno de 1% líquido ao mês, mais uma indexação de R$ 500, também mensal. O fundo tem 228 cotas e já vendeu 70 delas. Com o dinheiro, Miranda espera criar centros de distribuição e otimizar a expansão. A rede faturou R$ 6 milhões em 2013.

Pequenas empresas, grandes negócios.

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Em 02/04/2014, postado em: Geral por

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EMPRESA NÃO PODE TER EXCLUSIVIDADE DE EXPRESSÃO COMUM COMO MARCA

<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/04/cartao.jpg"><img class="size-full wp-image-1139 aligncenter" style="width: 541px; height: 254px;" alt="cartao" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/04/cartao.jpg" width="160" height="160" /></a>Marcas compostas por expressões comumente empregadas para evocar determinada característica do produto não são passíveis de apropriação exclusiva. Logo, seus titulares têm de se conformar com a convivência com outras marcas semelhantes existentes no mercado.Изготовление на заказ ларей с подогревом для хране…

O entendimento levou a 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região a <a href="http://s.conjur.com.br/dl/trf-confirma-sentenca-negou-derrubar.pdf" target="_blank">confirmar</a>, no dia 18 de março, sentença da 11ª Vara Federal de Curitiba, que julgou improcedente o pedido de anulação da marca Maxituning junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial. A parte autora, Maxi Gráfica e Editora, queria que a empresa espanhola Maxiediciones se abstivesse do uso daquela marca, suprimindo o termo ‘‘Maxi’’.

Para a autora, a palavra caracteriza e identifica seu nome empresarial, o que garante sua boa fama e reputação. Por isso, entende que seu uso por outra empresa pode causar confusão ou associação indevida no mercado gráfico, onde ambas atuam, ocasionando desvio de clientela.

Ainda argumentou que as disposições artigo 129, parágrafo 1º, da Lei 9.279/1996, lhe asseguram a propriedade da marca. Diz o dispositivo: ‘‘Toda pessoa que, de boa fé, na data da prioridade ou depósito, usava no país, há pelo menos seis meses, marca idêntica ou semelhante, para distinguir ou certificar produto ou serviço idêntico, semelhante ou afim, terá direito de precedência ao registro’’.

A juíza federal Sílvia Regina Salau Brollo afirmou que a aferição de semelhança pressupõe um estudo da composição integral do nome conferido às marcas, com a avaliação de todos os seus componentes sonoros e gráficos. Neste sentido, observou que a agregação do termo ‘‘Tuning’’ ao elemento ‘‘Maxi’’ é suficiente para distinguir as marcas da autora e da parte ré, respectivamente Maxi Gráfica e Maxituning.

"Frise-se que, no Dicionário Aurélio, o termo ‘Maxi’ é descrito como correspondente a ‘máximo’, ‘muito grande’, sendo adjetivo que, no entender deste juízo, claramente não pode ser invocado para o uso exclusivo de uma empresa, mormente se há, como relativamente à ré, elemento outro apto à distinção das marcas’’, escreveu na sentença a magistrada.

Além disso, encerrou, existem outras empresa atuantes no segmento gráfico que também utilizam o termo ‘‘Maxi’’ na composição de suas marcas, o que reafirma ser possível a convivência entre estas.

<strong>Clique <a href="http://s.conjur.com.br/dl/trf-confirma-sentenca-negou-derrubar.pdf" target="_blank">aqui</a> para ler o acórdão.</strong>

Conjur.

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Em 02/04/2014, postado em: Geral por

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COM PERFUME, CARTIER BUSCA NOVO PÚBLICO

Famosa por suas luxuosas joias e relógios, a centenária casa francesa Cartier entra na divisão de perfumes com a nova fragrância La Panthère.http://ceoec.ru/

<img class="size-full wp-image-1136 aligncenter" style="width: 396px; height: 276px;" alt="size_590_cartier-La-Panthere" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2014/04/size_590_cartier-La-Panthere.jpg" width="590" height="442" />

Famosa por suas luxuosas joias e relógios, a centenária casa francesa Cartier faz nesta terça-feira, 1, no Brasil mais um <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/lancamentos">lançamento</a></strong> do que chama de ?porta de entrada para o sonho Cartier? – a divisão de <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/perfumarias">perfumes</a></strong>.

A nova fragrância, La Panthère, remonta ao emblemático símbolo da marca, a pantera, além de ser o apelido de Jeanne Toussaint, diretora artística da Cartier nos anos 1930, que era fascinada pelo animal.

Envolto em uma luxuosa embalagem que exibe a fronte de uma pantera esculpida tal qual um diamante, o perfume traz aromas de gardênia e almíscar, no que a Cartier chama de ?floral felino?.

?Queremos que, se você comprar o La Panthère, no ano que vem talvez compre seu primeiro relógio, depois sua primeira joia, depois seu anel de noivado – esse é o sonho Cartier?, diz Paul Petit, vice-presidente das Américas da Cartier Fragrâncias.

Para Sílvio Passarelli, diretor do programa de gestão de luxo da FAAP, a estratégia de ?produtos de entrada? é tradicional entre grandes grifes, pois oferece ao consumidor a mesma experiência a um preço mais acessível.

?A Cartier é uma marca icônica, cujo carro-chefe é joalheria, mas produtos de valor menor, como óculos, perfumes e acessórios de couro carregam dentro de si todo o prestígio. É um universo iconográfico?, diz.

O Brasil é o segundo maior mercado na América Latina, atrás da Colômbia. Globalmente, está entre os 15 maiores da divisão. A marca, criada em 1847, chegou ao Brasil na década de 1970, mas não alcançou muita expressividade.

Há dois anos, no entanto, mostrou que ?veio para ficar de vez?, com a abertura de duas lojas – uma no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo e, neste ano, uma no Village Mall, no Rio.
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<h2 style="text-align: justify;">?Ainda somos uma marca muito exclusiva, de alta perfumaria, mas tivemos um crescimento muito grande no último ano?, diz Petit. Ele não abre números, mas afirma que quer dobrar os negócios no País em dois anos e colocar o La Panthère entre os três maiores de sua categoria.</h2>
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Para isso, diz, a chave é a distribuição. ?Resolvemos colocar nosso produtos na Sephora (loja de beleza e cosméticos), além de trabalhar com clientes mais exclusivos, para ganhar mais visibilidade?, diz. Como concorrentes, Petit diz que as marcas são as mesmas em todos os países – Chanel, Hermés, Burberry, entre outros.

?Hoje, há muitas opções, mas é um mercado de vida curta. Isso não é o que somos, somos uma casa de 150 anos. Queremos oferecer um produto que daqui a 30 anos seja relevante?, diz. A versão de 79 ml sai por R$699; a de 50 ml, por R$499 e a de 30 ml, por R$ 398. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Em 02/04/2014, postado em: Geral por

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EMBALAGENS DE LIPTON GANHAM NOVA IDENTIDADE VISUAL

A Pepsico anunciou o lançamento nacional da nova identidade visual da linha de produtos prontos para beber Lipton. O objetivo é trazer mais modernidade para a marca, em embalagens que che…garam ao mercado em novembro.kahovka-service

Além disso, Lipton Ice Tea passa a comunicar o produto Lipton Light como Lipton Zero. A mudança é apenas no nome, já que a fórmula do produto já possui 0% de açúcar.

O rótulo lançou ainda uma nova campanha no Facebook, a "Curta + com Lipton", que convida os consumidores a aproveitarem.

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Fonte: Revista Exame<a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2013/11/lipton.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1123" alt="lipton" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2013/11/lipton.jpg" width="512" height="622" /></a>

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Em 18/11/2013, postado em: Geral por

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REGISTRO DE MARCAS DIFICULTA BATISMO DA BOLA DA COPA DE 2014.

Ao menos outros oito nomes, além de Carnavalesca, Bossa Nova e Brazuca, estavam cotados para batizar a bola da Copa do Mundo de 2014, mas a dificuldade para conseguir o direito …de propriedade sobre algumas dessas marcas fez com que a Adidas desistisse de opções que tiveram até campanhas oficiais defendendo-as.Mountains Photo

Entre os derrotados que foram registrados estava Caramuri, uma fruta amazonense, defendida publicamente pelo governo do Amazonas.

Outras opções que tiveram até site de divulgação, como Gorduchinha (homenagem ao radialista Osmar Santos) e Samba, nem sequer foram registradas na Europa porque a Adidas já sabia que teria problemas para adquirir os direitos no Brasil.

Os três finalistas foram divulgados anteontem, e a escolha será feita por voto popular, no site da Rede Globo.

Carnavalesca, Bossa Nova e Brazuca foram escolhidos também por identificar o Brasil em outros países. No caso de Brazuca, por exemplo, foi levada em consideração a facilidade de pronúncia para quem não fala português.

A Adidas informou à Folha que a necessidade de registrar esses nomes em diversos países, com legislações diferentes, faz com que o processo da escolha do nome da bola se torne complexo.

Um exemplo relativo a problemas com direito de propriedade é o nome Berimball, registrado pela Adidas na Europa. Este foi descartado porque há um time de futebol amador de São Paulo que tem o mesmo nome.

Duas opções tinham o viés religioso, Nossa Fé e Bendita, mas foram descartadas para evitar impasse com igrejas.

A palavra batucada, que era uma alternativa à opção popular Samba, esteve entre as cotadas, mas a avaliação foi de que era de difícil compreensão fora do país.

O anúncio do nome vencedor será no início de setembro, mas o modelo da bola só deve ser apresentado no final do ano que vem.

TATU MASCOTE

A Adidas registrou também o nome tatu-bola. O animal, típico brasileiro e ameaçado de extinção, deve ser anunciado em outubro como a mascote da Copa.

A Fifa pretende que haja uma interação inédita entre todos os produtos que envolvam a divulgação do torneio –logomarca, pôster, bola, slogan etc.

A bola será protagonista desse projeto porque terá ligação direta com a mascote. A tendência é que o desenho da bola remeta ao tatu mascote –que também terá nome decidido em votação.

fonte: Folha de São Paulo.
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2013/10/TATU-BOLA.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1116" alt="TATU BOLA" src="http://www.sanpat.com.br/wp-content/uploads/2013/10/TATU-BOLA.jpg" width="418" height="300" /></a></p>

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Em 28/10/2013, postado em: Geral por

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